sábado, 31 de julho de 2004

A isto se pode chamar Feminismo Exacerbado



(Protestem homens, protestem, que adoramos ver-vos protestar!!!)

sexta-feira, 30 de julho de 2004

Expecting Love


(Four weddings and a funeral, 1994)

O amor podia ser como nos filmes. Forte quando nós somos frágeis, persistente quando já perdemos a esperança. Eu queria um amor assim, em que o silêncio da dor nunca fosse mais alto do que as nossas gargalhadas. E que, quando chegasse, fosse eterno.

Todos a comentar

Quem é que ainda se lembra do primeiro beijo?



It's the way you love me
It's feeling like this
It's centrifugal motion
It's perpetual bliss
It's that pivotal moment
It's (ah) subliminal
This kiss, this kiss... it's criminal
This kiss, this kiss *

*This Kiss, Faith Hill

quinta-feira, 29 de julho de 2004

Jooooãããããooooooo!!!!!

Estreia amanhã. Quando é que vamos ao cinema, mesmo?


O espectáculo do ano está concorrido

Isadora e Charlotte:

O melhor é correrem ou roubam-vos o lugar. Quem avisa...

Ahhh vão-me ver na Argentina

Ao que parece o Albúm de Família cá da menina vai estar em exposição na Argentina. Sinto alguma vergonha... mas o que é que eu não faço pelo meu público?

(post nada egocêntrico e profundamente modesto, não notaram?)

quarta-feira, 28 de julho de 2004

Os Maias - versão brasileira

Já confessei que ando a ver a série da Tv Globo sobre o nosso clássico, principalmente para dizer mal.
Neste momento - para além de algumas incoerências na história - tenho uma pergunta que me martela na cabeça incessantemente:

A narrativa que Eça teceu ao longo de 500 páginas (mais coisa menos coisa) não era suficiente para fazer a série? É que não consigo entender o porquê de misturar A Relíquia numa adaptação d'Os Maias.

Reaprender

Se quisesse tornar-me numa pessoa melhor, o que seria preciso? Deixar de ser misantropa, pessimista, preguiçosa, egoísta, insuportável, (...) ou simplesmente nascer de novo?

Desenhos de vida

Em pequena desenhava casas, muitas, por dentro, com divisões, escadas, varandas e móveis... Passava horas naquilo. Até que pela primeira vez vi uma planta de arquitecto, e aprendi que o corte devia ser feito horizontal e não verticalmente. Foi uma descoberta!
Deixei a paixão da arquitectura para os que têm realmente talento e dediquei-me às letras, os projectos deixo-os para os profissionais. Mas encontro aqui, ali e acolá amadores do desenho que sabem colorir-nos a imaginação com as palavras mais belas.

terça-feira, 27 de julho de 2004

Porque não podemos ficar indiferentes a Darfur



(Respondendo ao apelo da Rua da Judiaria)

Será que não somos...

...mais do que dois corpos que fariam muito mais sentido juntos?
...mais do que o desejo que nos corre nas veias e não nos deixa pensar?
...mais do que o beijo iminente cada vez que se cruzam os nossos olhares algures?
...mais do que o magnetismo da pele?

Eu penso que há (ou pode haver) mais. O problema é superar o imediato e conseguirmos, dessa forma, chegar ao ponto que ainda não nos foi permitido atingir.


Estados de Alma

Há músicas assim, que dizem tudo o que nos vai na alma num determinado dia.

Esta Ausencia
Despertar en el frío abismo de tu ausencia
Es rodar por las horas perdidas en mi habitación
Recordar cada lágrima que fue tan nuestra
Me desangra el alma, me desangra el alma

Desandar el sendero que escribimos juntos
Es tocar un silencio profundo en el corazón
Escapar por las brechas de un amor profundo
Es mentir de nuevo
Por negar tu ausencia

Esta ausencia tan grande, tan fría, tan honda
Que quiebra en pedazos mi razón
Esta ausencia desnuda de dudas y sombras
Me clava tu amor
Esta ausencia que duele en el fondo del alma
Que quema por dentro mi sueño y mi calma

Esta ausencia de hielo, de piedra y silencio
Que corta las horas sin piedad
Esta ausencia infinita de noches y días
No tiene final
Fué tan fácil decir que el adiós sanaría
Las espinas clavadas en tu alma y la mía
Esta ausencia me grita
Que se acaba la vida
Porque no volverás, volverás

Ya lo ves
Tu partida no condujo a nada
Porque nada es el tiempo a la sombra de mi soledad
Ya lo vesDerrotado y sin hallar la calma
Que daría por verte
Y olvidarlo todo

Esta ausencia tan grande, tan fría, tan honda
Que quiebra en pedazos mi razón
Esta ausencia desnuda de dudas y sombras
Me clava tu amor
Esta ausencia que duele en el fondo del alma
Que quema por dentro mi sueño y mi calma
Esta ausencia me grita
Que se acaba la vida
Porque no volverás

Y me desangra tu partida
Y tu recuerdo hace temblar mi corazón
Cómo olvidarte si no quiero
Pois Dios amor por tí yo muero

Esta ausencia de hielo, de piedra y silencio
Que corta las horas sin piedad
Esta ausencia infinita de noches y días
No tiene final
Fué tan fácil decir que el adiós sanaría
Las espinas clavadas en tu alma y la mía
Esta ausencia me grita
Que se acaba la vida
Porque no volverás, volverás, volverás...

Resposta à conversa

ou Já estavamos com saudades

Diz o Pedro (que voltou em grande, bendito verão ou bendita inspiração ou qualquer outra coisa acabada em ão que o fez voltar) que nunca uma mulher o seduziu pela conversa. Pois digo-lhe eu caríssimo Pedro que não sabe o que perde. Uma boa conversa sobre o que for é tão sedutora como uns olhos meigos, um sorriso malandro, uns ombros largos ou uma voz quente, ou mais.

Para uma mulher a beleza não conta assim tanto, e juro que isto não é "conversa da treta".

Solidariedade

Pelas minhas amigas professoras em vias de não ser colocadas, assino por baixo e apoio o novo slogan da revolução que conheci via Blogotinha.

segunda-feira, 26 de julho de 2004

Só coisas que me apoquentam

ou Futilidades
 
Está uma mulher a ver a novela - quando está um calor impossível o que há para fazer? - e vê uma cena irreal. Uma tipa que é recusada pelo namorado de toda a vida a quem ela fez as últimas e um menino bonito que perde uma vez mais as esperanças com a rapariga de quem gosta desde o início encontram-se - por acaso - e resolvem enxugar as lágrimas um do outro num quarto de Motel.
Só eu não tenho a sorte de ter um rapazinho assim para me consolar dos desgostos de amor!



Don't let me down II

Hoje sou eu.
As minhas razões são mais ou menos as mesmas. A causa é uma pessoa que conheço mal mas me habituei a admirar. Foi duro descobrir que prima pela falta de educação e abusa do estado de menino mimado. É aceitar ou mandá-lo passear - já que chamá-lo à razão não parece surtir efeito - ainda não sei o que decidir... mas tenho pena.

Alter-egos

Uma das coisas que me intriga na blogosfera é a identidade dos bloggers. Nesta demanda de saciar a minha curiosidade, fui coleccionando notas mentais que me poderiam levar a algumas conclusões. Hoje acordei disposta a demonstrar-vos toda a minha sagacidade (ou o meu grau de loucura, sussurra-me a minha Elizabete ao ouvido). Decidi revelar-vos, ainda que não vos interesse, a mais importante das minhas deduções nesta matéria. Descobri, nestes longos meses que levo no universo dos blogues, que o Statler dos Marretas tem um alter-ego. Levei meses a investigar, a procurar em cada palavra uma pista recôndita que pudesse sustentar a minha teoria. E os factos não enganam, vejamos: o nosso mestre Marreta é direitolas, sportinguista, inteligente e tem um wit de fazer inveja a muitos. Mas nesta descrição enquadra-se nada mais nada menos que ZDQ do Gato Fedorento. Um tem uma gata Constança, o outro tem um Gato Fedorento. É, portanto, óbvio que o velhote criou uma personagem mais nova para impôr "os bons costumes e as opiniões anti-canhotas" no mundo do Gato. Já alguém os viu juntos? No mesmo local, no mesmo dia, à mesma hora? Não? Pois é, tudo se coaduna meus caros...

domingo, 25 de julho de 2004

Laços

Se o fim chegasse um dia e olhássemos um para o outro, saberíamos finalmente o quanto nos amamos. E que as discussões, os gritos, os sorrisos, as histórias nos fizeram o que somos hoje. No fundo, nunca fomos compreendidos nem soubemos compreender.

À espera do jogo

Ouço esta pérola de um comentador:
"Espectacular! A águia Vitória pousou no emblema do Benfica que diz «E pluribus unum», ou seja um por todos e todos por um."

Acho que não é preciso dizer mais nada, ainda bem que ensinam Latim aos nossos comentadores de futebol.

sábado, 24 de julho de 2004

Veleidades musicais

Descobri que no dia em que nasci os primeiros lugares do Top do Reino Unido eram estes:

The Number 1 single was: John Travolta & Olivia Newton John - "Summer Nights"
The Number 1 album was: Original Soundtrack - "Grease"

O que é que se ouvia no dia do vosso aniversário? Basta ir aqui.