terça-feira, 8 de fevereiro de 2005

E nem vou comentar outro tipo de manias.

Ainda as manias

Quando falamos em armários a coisa assume proporções ainda mais assustadoras. A roupa arruma-se por cores e tecidos e ai de quem lhe toque e altere a minha ordem. Torno-me quase violenta.
Noto que periga a minha sanidade mental.

Depois de hoje

Começo a acreditar nisto, a sério...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2005

Out look

Por muito ecléticos ou despreocupados que sejamos todos temos manias relacionadas com o nosso aspecto físico. E tenho a firme convicção de que quanto mais inseguros somos maior importância assumem os detalhes.
Eu tenho sempre que combinar a cor da roupa, os sapatos, a cor das meias (que a maioria das vezes nem se vêem), a mala, os brincos e o anel. Sim, porque sair de casa sem um anel na mão esquerda seria impensável. E em dias de grande insegurança há que conjugar também a roupa interior.
Só assim apetrechada me sinto com capacidade para enfrentar o mundo.
E as vossas manias quais são? Contem-me tudo, pode ser que adopte alguma.

domingo, 6 de fevereiro de 2005

Metapost(e)

sábado, 5 de fevereiro de 2005

Sem título

E sem post.

Canção do Fim-de-semana

Estou velho!
Dói-me o joelho
Dói-me parte do antebraço
Dói-me a parte interna de uma perna
E parte amiga da barriga, que fadiga
O que é que eu faço?
Escolho o baço ou o almoço?
Vira o osso, dói o pescoço
É do excesso, do ex-sexo
Alvoroço, perco o viço,
Já soluço, já sobroço
Esmiúço os meus sintomas
E já agora, do meu médico os diplomas
Esmiúço a consciência
E já agora, apresento a penitência!

Sérgio Godinho criou nesta introdução ao "Elixir da Eterna Juventude" a banda sonora perfeita para descrever o nosso avançado estado de degradação.
Dedicada também a toda a gente doente por essa blogosfera fora, como a Vague e a Bomba Inteligente. As melhoras!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2005

Impõe-se a pergunta

O primeiro que reparo num homem?

A voz, a boca e as mãos.
A Jess ama, porque ama, narizes (e uma boa gargalhada).

E vocês? Hã? O que é que vos liga o radar?

Fundamentalismos

Já muito se dissertou acerca das mulheres inteligentes não quererem casar, acerca dos homens que preferem mulheres burras, e sobretudo acerca de se o aspecto físico é ou não importante.
Eu tenho para mim que sim, é fundamental. O resto são balelas que contamos aos outros e a nós mesmos.
Por muito que a inteligencia, o sentido de humor e a meiguice sejam importantes, se o "invólucro" não nos agradar, não há remédio.
Claro que para cada gosto há um invólucro.

Resolução de última hora

Deixar de me dar a quem me faz sentir mal.

(Serás tu o primeiro a quebrar o silêncio, mas será que eu estarei aqui para te ouvir?)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005

Quando corri para ti, pensei que me ias estender a mão. Era disso que precisava, mais do que do teu sorriso dúbio, mas tu não entendeste e quanto mais eu corria, mais distante tu me parecias. Quando finalmente me aproximei de ti, não disseste nada e eu não fui capaz de interpretar os teus silêncios. Cheguei tarde, como sempre. Tu estavas de saída e não tiveste receio de me deixar sozinha. Inevitavelmente, isso teria de acontecer, mas não te surpreendas quando um dia eu deixar de procurar a tua mão.

Necessidades

Quem em tira a minha cama e a minha almofada, tira-me tudo!
E oferece-me uma enorme dor de cabeça.

Como tenho a certeza que ela anda por aí

vou fazer uma proposta a uma das minhas bloggers favoritas (todas depois da Jess, claro - não quero a ruivinha com ciúmes).

Querida Inês,
Que tal uma troca produtiva para ambas? Tu emprestas-me o teu Sex and the City e eu deixo à tua guarda por uns tempos a minha edição especial do Casablanca (novinha em folha). O que te parece?

Existencialismos

Se se diz que uma mulher que não casa "fica para tia", eu que não tenho irmãos o que é que faço? Caso à força ou fico para outra coisa qualquer?

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005

Coisas que já devia saber II

A tragédia de cada um é almejar ser aquilo que não é.

Tivesse o Frederico Lourenço escrito isto mais cedo e talvez ainda fosse a tempo de evitar a minha.

Coisas que já devia saber I

Como é que se esquecem ilusões?

Tudo o que vocês não queriam saber

Ou as respostas possíveis

1. Have you ever used toys or other things during sex?
O Roger já era em si um brinquedo...
2. Would you consider using dildos or other sexual toys in the future?
Se estamos aqui a falar implicitamente do Roger, a resposta é não. Mas se um dia destes me aparecer outro brinquedo giro, nunca se sabe...
3. What is your kinkiest fantasy you have yet to realize?
O meu cartoonist proibiu-me de responder a esta pergunta.
4. Who gave you this dildo?
A Cris , porque achava que isto com bonequinhas devia ser outra história. (Lamento desiludir-te, mas a história é a mesma, só que mais colorida ;)
5. Who are the ones to recieve this dildo from you?
Mandava para o meu brinquedo preferido, mas ele não lê o Figuras.

(A ausência da mafaldinha em representação no estrangeiro das bonequinhas contestatárias revela-se assaz oportuna, visto que uma menina de dez anos não tem idade para saber o que são estas coisas.)

O milagre de que preciso

Tenho uma amiga que diz que sou o "grilinho falante" dela. Nunca lho disse, mas em parte, ela tambem é o meu. Há uns dias conversava com ela e dizia-lhe que ter um blog era, entre outras coisas, um exercício de confiança para mim. Respondeu-me que, em termos de confiança, estava mais precisada de um milagre do que de um blog. Só não me disse a que santinho tinha de rezar...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2005

Manobras para evitar o inevitável

Escrever textos que nem eu entendo, ler posts bonitos, rir com o nonsense. Não chega. Passo nisto algumas horas mas, mesmo assim, ainda me sobra tempo para ir estudar. Continuo as leituras. Pode ser que encontre por aí, num blog, alguém que me saiba explicar os pronomes de complemento directo e indirecto em espanhol. Desta vez não há bikini vermelho que me safe.
Foges-me quando mais te quero encontrar. De que me vale então procurar-te se quem eu vejo ao espelho nunca és tu? Era bom que, por uma vez, não fosse preciso procurar por ti e estivesses lá quando te chamo.