domingo, 29 de janeiro de 2006

Preciosismos

Sms recebido:
Jexika, n poxo ir ter kontigo às 10h. Tou xeia de koixas pa faxer. Pode xer às 11h?

Sms enviado:
Pode. E da próxima vez escreve sem xis nem kapas se queres que te entenda.

Sms recebido:
Estou quase a ir. Deicha-me só tomar o pequeno-almoço.

Sms enviado:
O verbo deixar não se escreve com ch.

Sms recebido:
Foste tu que disseste para não escrever mais com xis.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Sobre o coração

O coração, esse sim, devia ser descartável. Ao primeiro sinal de dor, sofrimento, desilusão deitavamo-lo fora para colocarmos um novo no seu lugar, pronto para se apaixonar outra vez, mas pela pessoa certa. Assim seria, certamente, mais fácil vermo-nos livres do sapo que queríamos para nosso príncipe e que não conseguimos esquecer.

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

O sacana do Cupido outra vez

O Tobias gostava da Pipa, que gostava do Fidel, que não lhe ligava nenhuma. Caso flagrante que demonstra toda a incompetência do Cupido. O Tobias mudou-se para o Algarve e a Pipa fartou-se de tentar ser o centro das atenções do Fidel, que percebeu demasiado tarde que afinal até gostava dela. E não há ninguém que caçe o gajo das flechas para lhe ensinar uma lição?

domingo, 22 de janeiro de 2006

Hoje é dia de festa...

JESSICA

sábado, 21 de janeiro de 2006

Post pessoal

Queridíssimo:

Quero que passes à História, quero virar a página e deixar-te lá, quero não ter saudades tuas. Mas tenho.
Não sei se és tu quem me defende nas sombras, escondido não sei de quê. Já nem sei se desejo que sejas tu, ou se o facto de ser outra pessoa me vai dar a força que preciso para te arrancar de mim.
Ignoramo-nos mutuamente, de forma cada vez mais regular, e isso continua a magoar-me, em vez de me ajudar a esquecer. Se me é permitido pedir-te alguma coisa - e recorda que até aqui nunca te fiz pedidos - é que me ignores para sempre, se esta situação te faz sentir confortável. Não me contactes, não me rodeies, não me envolvas com a tua teia de atenções para depois nada mudar.
Ajuda-me a fazer-te feliz, ajuda-me a seguir em frente sem olhar para trás.

xxxx

146 milhões

Apesar de não ter sorte nenhuma, acho que até eu vou jogar desta vez.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

Porque não há nada para sempre

Cansa e deita fora. Chateia e deita fora. Magoa e deita fora. Parece que os príncipes encantados também podem ser descartáveis.

Melting away

Eu não sou de ferro, dizes tu. Eu sei que não. Um homem de ferro não se derrete com miminhos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

As melhores prendas de Natal de 2005

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Foto-biografia do meu actor favorito



Banda Sonora Original da Edição Espanhola do Musical Mamma Mia

Codex 632

Alguns livros são agradáveis surpresas, este é um deles.
A escrita é escorreita, ainda que, na minha modesta opinião, necessite de algum aprumo, mas a ficcionalização do mito, o suspense criado, o desfecho esperado (o não), fizeram com que um livro acerca do qual eu apenas tinha curiosidade se tranformasse numa leitura magnética que só me deixou respirar na última página.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Conjugalidades Patéticas

Numa casa, algures.

- ... (silêncio)
- ... (silêncio)



SMS: "Querido, ainda não foste ao blog responder-me"




Dias depois:
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terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Banda "sonhora"

Os meus sonhos têm banda sonora. Ultimamente, ando numa fase corny. Só não sei é com o que é que ando a sonhar.

Consultório educacional

Dezenas de alunos. Pelo menos metade deles são interessados. Exemplares, poucos. Bem-comportados, alguns. Mas por um motivo obscuro qualquer, os meus alunos preferidos são sempre os desinteressados que gostam de perturbar todas as aulas. Serei normal por só gostar de figurinhas difíceis?

Draft

Tudo o que faço, além de sonhar contigo, é viver no improviso.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

Saudades de Shakespeare

Sonnet 18

Shall I compare thee to a summer's day?
Thou art more lovely and more temperate:
Rough winds do shake the darling buds of May,
And summer's lease hath all too short a date:
Sometime too hot the eye of heaven shines,
And often is his gold complexion dimmed,
And every fair from fair sometime declines,
By chance, or nature's changing course untrimmed:
But thy eternal summer shall not fade,
Nor lose possession of that fair thou ow'st,
Nor shall death brag thou wander'st in his shade,
When in eternal lines to time thou grow'st,
So long as men can breathe or eyes can see,
So long lives this, and this gives life to thee.


A plenitude do entendimento atinge-se com a leitura aturada. Este foi o primeiro soneto shakespeariano que traduzi, não sei onde anda essa tradução mas o certo é que me marcou pela beleza, pela força e pela doçura.

sábado, 7 de janeiro de 2006

Hoje

Acho que se lhe pode chamar: Dia Sleepless in Seattle

What if someone you never met, someone you never saw, someone you never knew was the only someone for you?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

Chega Dezembro

Neste mês tudo é mais.
Os que são felizes, são mais felizes; os que amam, amam mais; para os que se decepcionam, as decepções são maiores; e os que estavam tristes, ficam ainda mais tristes. Dão-se mais presentes, a solidão assume proporções inigualáveis, mandam-se mais cartões (reais ou virtuais), os correios revelam-se mais incompetentes, recordamos mais todos aqueles para quem não tivemos tempo e esperamos que todos eles se lembrem mais de nós.
Depois do Natal, vem a semana dos balanços. Decidimos se o ano foi bom ou mau, pensamos naquilo que queremos manter e no que vamos enterrar com o ano que termina. Fazemos planos, pedimos desejos, tomamos decisões de como queremos que a nossa vida seja... sonhamos em deixar para trás este mês de excessos, tentando limpar da mente que também este ano novo cheio de esperanças culminará num outro (cruel) Dezembro.

Desagreeing with Eliot

It isn't April, December is the cruelest month.


(2 horas depois) O Pedro pensa o mesmo, que honra! (Obrigada, Sam)

Causa-Efeito

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Este cartaz fez-me pensar: são os momentos difíceis que o trazem ou é ao contrário?

(Ahhh, sim, tinha uma fotografia, mas para quê publicá-la?)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

2006

O novo ano começou com eles.


O duche de champanhe era desnecessário, mas tenho a sensação que iniciado em tão boa companhia 2006 só pode vir cheio de momentos felizes.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

G., Pris este post é para vocês

Parece que 2005 não foi um ano de recessão em todos os âmbitos: a Broadway bateu record de receitas.
E como prémio por termos sido tão bons meninos neste no que termina, temos o Fame em Lisboa em Fevereiro próximo.

Brincadeiras de criança II - O Esconde-esconde

Se não queres que te encontre porque é que não desistes de jogar, em vez de me fazeres procurar-te incessantemente?

terça-feira, 27 de dezembro de 2005

Anacronismos Presidenciais

Parece imagem manipulada em photoshop, mas eu juro que foi retirada do número especial da revista Ibn Maruan.
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Oliveira, Jorge (coord.), S. Salvador da Aramenha - Histórias e Memórias da Freguesia, in Ibn Maruan, Número Especial, Edicões Colibri, 2005, Lisboa (anexo de fotografias)
As semelhanças são impressionantes... o que será isto?
- Uma tentativa de santificar Jorge Sampaio avant la lettre;
- Um antepassado do actual presidente foi a musa do artista;
- Estamos a assistir ao verdadeiro milagre da Ressurreição;
- Uma profecia macabra;
...
Aceitam-se propostas!

O meu mais recente tesouro

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Ahh e tal... é Natal!



Citando um sms:
Ho ho ho e o camandro

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

Unsaid

Conheço de cor o desenho da tua boca. Mas não é só por medo que descubras a verdade nos meus olhos que não consigo olhar para os teus. É também porque espero fazer dos teus lábios meus, pelo menos uma vez.

terça-feira, 20 de dezembro de 2005

Jeremy again

Diz-me a mafaldinha, És igual ao teu irmão. No momento, só me apeteceu voltar a ter dezasseis anos e responder como o Jeremy...

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domingo, 18 de dezembro de 2005

Filmes da minha vida II

Tom Wingo: At the end of every day I drive through the city of Charleston and I cross the bridge that will take me home. I feel the words building inside me, I can't stop them, or tell you why I say them, but as I reach the top of the bridge these words come to me in a whisper. I say these words as a prayer, as regret, as praise, I say: Lowenstein, Lowenstein.
(Conroy, Pat, The Prince of Tides)

Filmes da minha vida


The Sound of Music


40 anos depois

Imagens daqui e daqui

Pormenores

A beleza do todo nada tem a ver com a perfeição (ou falta dela) das partes que o compõem.

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Eu queria uma imagem da cena da cadeira-de-baloiço, que me parece esteticamente ainda mais perfeita, mas não consegui encontrar.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Dicionário abstracto: persistência

Saber que não vou conseguir e tentar, ainda assim, domar-te. Nem vinte como tu me fariam desistir de ti.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Lost

Se quando nasci Deus me tivesse enviado um mapa, não me teria perdido de amores por ti.

domingo, 11 de dezembro de 2005

Good old Soares

Mário Soares abre o caminho para a re-eleição: já conseguiu que o agredissem. Afinal há tradições que ainda são o que eram.

INUTILIA TRUNCAT

Brincadeiras de criança I - O Agarra-agarra

Vamos mudar as regras do jogo:
A partir de agora, eu fujo e tu não me tentas apanhar. É a única maneira de ganharmos os dois.

sábado, 10 de dezembro de 2005

Primeiro passo

Deixa-me tentar odiar-te. É a única maneira que conheço de te conseguir esquecer.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2005

I'm your kind of person, Jeremy

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Na véspera ainda vamos a tempo, não vamos? Há quem lhe chame preguiça, eu chamo-lhe "comprar melhor sob pressão".

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Lavagem ao cérebro

Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Isto há-de resultar. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Merda. Deves ter pensado nisto primeiro que eu.

Não me parece normal

que até o raio do Hi5 me obrigue a lembrar que tu existes.

Já agora: Parabéns!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2005

I

Quando deres por mim a sonhar acordada, não me perguntes depois com o que é que estava sonhar. É que revelar-te alguns dos meus sonhos é quase como admitir os meus fracassos.

terça-feira, 29 de novembro de 2005

Sobre essa preciosidade chamada transportes públicos

I.
Cada vez que tenho de esperar pelo autocarro que está atrasado envelheço dois anos. Coisa pouca, se comparar com os cinco que envelheço em cada aula a tentar acalmar as crianças. Feitas as contas, só neste ano lectivo já tenho mais de cento e cinquenta anos, um número mais próximo da verdadeira idade que o meu irmão mais novo acha que tenho.
II.
Às vezes rir é a única reacção que posso ter face à falta de educação de algumas pessoas. Com licença e por favor são expressões totalmente desconhecidas. Mas pelo menos podiam perceber que é mais fácil entrar num meio de transporte cheio depois de deixarem sair quem queria. É uma questão de bom senso.
III.
De facto, o metro em hora de ponta dá-me vontade de rir à gargalhada. Lembro-me sempre de um sketch do Gato Fedorento em que duas pessoas não conseguem manter distâncias socialmente aceitáveis. Quase posso ver o Zé Diogo a gritar para o Miguel Góis a dois metros de distância, Fale daí, homem, fale daí. Por isso, venho o caminho todo a gritar mentalmente, Respire daí, Homem, ou na pior da hipóteses, Cheire mal daí, criatura.

domingo, 27 de novembro de 2005

Post de Revolta

Toda a tarde. Toda a tarde à espera deste Alain Oulman

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Henrique Feist
e aparece-me o Tó Leal.
Não se faz. Quero o "meu" Henriquinho. Quero, quero, quero.

Já saiu o novo filme do Harry

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Então, esperas por mim para ir ver?

Cavaco pede que se pense «duas vezes» antes de votar

Ahhhh, não voto nele.
Hmmm, continuo a não votar nele.

Já está!

sábado, 26 de novembro de 2005

Este post não é sobre ti

Hoje, ao acordar, decidi que ia escrever sobre tudo, mas não sobre ti. Queria escrever acerca de cinema, teatro, literatura, música... tudo o que me interessa, aquilo de que não gosto e nunca sobre ti.
Parece que não consegui.

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Sobre os riscos que (não) corremos

Às vezes é difícil encontrar a medida certa para abraçar o amor. Quem toda a vida se atirou de cabeça não sabe onde se agarrar para refrear a queda quando o coração do outro pede calma. Mas quem sempre se dirigiu pé ante pé, ponderando todos os passos em direcção ao coração de alguém não sabe correr riscos para o conquistar. Será que um dia se acerta ou nunca vamos conseguir aprender com os erros?

terça-feira, 22 de novembro de 2005

Portugal no seu melhor

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Um dos poucos exemplares de literatura portuguesa contemporânea na Biblioteca de Salamanca é, imagine-se, Sandálias de Prata. Mas quem é que, no seu perfeito juízo, compra ou faz uma doação ou whatever de um livro de Cristina Caras-Lindas a uma biblioteca pública estrangeira? Só alguém muito maquiavélico se lembraria disso. Porque ninguém deve sobreviver sem danos psicológicos a um livro destes. Pobres espanhóis.

segunda-feira, 21 de novembro de 2005

Pecado mais recente

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Devia ser ilegal!!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

A Professora de Introdução aos Estudos Literários

We started with Virginia Woolf, and I only read like two pages of this book about a lighthouse, but I read enough to know why she killed herself: she killed herself because she couldn't make herself understood. You only have to read one sentence to see that. I sort of identify with her a bit, because I suffer from that sometimes, but her mistake was to go public with it.
A Long Way Down, Nick Hornby, p. 146
Acabámos o ano com Virginia Woolf e lemos umas duzentas e tal páginas desse livro que tem a palavra Lighthouse no título, mas estudámos o suficiente para perceber o que sentíamos pela professora: sentíamos admiração porque ela é uma pessoa verdadeiramente apaixonada por literatura. Só foi preciso ir a uma aula para perceber isso. De certa forma, identifico-me com ela porque gostava de um dia ter pelo menos um aluno que sentisse o mesmo por mim, mas o meu erro, naquela altura, foi ter, acima de tudo, medo dela.

Professora chega

Na semana passada, os pestinhas dos meus alunos da Lapa tiveram a lata de me dizer que sou betinha só porque tenho uns ténis cor-de-rosa. Ontem, como tinha uma fita pendurada no bolso das calças, chamaram-me dread. Espero que se decidam por betinha, não tenho vocação para ser dread. Mas a verdade é que preferia que me chamassem ditadora. Ou então, vá lá, professora.

terça-feira, 15 de novembro de 2005

Diálogo delicioso

Jess, 'tou tite.
Estás triste porquê? - perguntei-lhe.
Puca xim.

É por estas pequenas coisas que o meu feitiozinho soviético derrete e não resisto a encher a minha sobrinha de beijinhos e dentadas.

domingo, 13 de novembro de 2005

SMS teu

[...] gostei da outra noite.[...]

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Acenar com lenços brancos?

Não sei. Parece-me mal que peçam o despedimento da imagem.
Fez uma viagem longa desde a Capelinha das Aparições, não treinou equipa alguma... e os adeptos têm uma atitude tão hostil. Não é correcto.

sábado, 12 de novembro de 2005

Ó Chico, um bocadinho de cultura musical era uma boa!

Agora mesmo no Top+, o apresentador disse:
- Lá para Março os Xutos vão começar a fazer concorrência a José La Féria.

Sendo portuguesa, obviamente sei que o La Féria conhecido é o Filipe, mas se não tivesse lido esta notícia ontem, ficaria a pensar se não havia alguém mais com este apelido ou se o encenador não terá um nome composto.
Um bocadinho de precisão não estaria mal.

Do I hear an invitation?

O chato de viver numa cidade pequena onde só há um anfiteatro adaptado a sala de cinema, e onde só chega um filme por semana, é que não podemos ver tudo o que nos apetece... nem mesmo quando vamos à capital, porque não há tempo.

Em lista de espera:
- o novo Zorro - o Banderas, a máscara, ai ai... melhor não me revelar mais
- Pânico a bordo - porque gosto de thrillers e da Jodie Foster
- Elizabeth Town - tenho saudades de ver comédias românticas, e o realizador ajuda

E, em Portugal, ainda não saiu o novo Harry Potter.

Está decidido: Vou dedicar-me à música

You Are a Chick Rocker!

You're living proof that chicks can rock
You're inspired by Joan Jett and the Donnas
And when you rock, you rock hard
(Plus, you get all the cute guy groupies you want!)

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Efeitos estéticos surpresa

Há coisas que não consigo perceber. Como os efeitos estéticos surpresa que uma namorada pode ter sobre um homem. Lembro-me do início da adolescência, quando as paixões são tanto mais arrebatadoras quanto a efemeridade das relações o permitem. Um aluno novo, alvo de todos os comentários possíveis por parte das raparigas. Era enorme, magro de mais e muito feio, com um nariz de papagaio horrendo. Simpático, mas isso não chegava para que qualquer uma de nós se interessasse por ele. Até ao dia em que ele arranjou uma namorada e então ficou muito mais atraente. As meninas passaram a vê-lo quase como um sex-symbol. Na altura não percebia como era possível que as pessoas fossem tão fracas nas suas convicções. Não percebia o que tinha mudado de repente. Continuo sem perceber o que é que torna alguém com namorada subitamente mais interessante. E sem acreditar que estas coisas aconteçam com adultos.

terça-feira, 8 de novembro de 2005

Dizem-me que sou louca, ingénua, sonhadora por querer esperar por ti. Não percebo porquê. Será que só os tontos aspiram à felicidade?

Again and again

Há momentos em que detesto ter razão. Deve ser por isso que gosto tanto de insistir nos mesmos erros.

sábado, 5 de novembro de 2005

Coisa de fãs

O Rock in Rio vem aí.
Decidimos assumir as rédeas e lançar uma petição para tentar trazer a Chenoa ao festival. Se não se importarem de ajudar é só carregar no link e assinar. Vai estar também na barra lateral para quando o post estiver mais abaixo.
Muito obrigada!

Pride and Prejudice - Mr. Darcy

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1995 - Colin Firth
2005 - Matthew MacFadyen
À espera do filme para fazer outras comparações.

Pride and Prejudice - Lizzy Bennet

Um livro memorável de Jane Austen, com duas das personagens mais reais de sempre; uma das séries mais emblemáticas da BBC, já é filme...

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1995 - Jennifer Ehle
2005 - Keira Knightley

sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Não me sais da cabeça

Se todos os dias me deito não é só porque tenho sono e preciso de dormir. É também porque preciso de descansar um pouco do peso de passar o dia contigo na cabeça.

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

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Proximidade e mão amiga. "Proximizade", feita do entusiasmo voluntário de quem quer ajudar a combater a apatia, a dispersão e a insensibilidade que nos ameaça se continuarmos indiferentes ao que se sabe e ao que se vê. Aqui, já está a acontecer.

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Big brother (II)

Um ambiente de trabalho a fervilhar de intrigas pode ser divertidíssimo, se conseguirmos passar ao lado delas.

Big brother (I)

Uma experiência levada a cabo por um grupo de israelitas comprovou em Setembro algo surpreendente: se fecharmos vinte portugueses que mal se conhecem num local de trabalho noutro país, eles irão colaborar melhor com pessoas de qualquer outra nacionalidade do que com os seus próprios compatriotas. Segundo os dados, as intrigas são a principal causa de desentendimentos entre as vinte cobaias portuguesas.

domingo, 30 de outubro de 2005

Só uma perguntinha

Alguém me pode explicar o que é que aconteceu à Sara Pais?

Garrett Revisited

Não me amas, queres-me: o amor vem d'alma.
E que tens tu aí? Só calma?
Só vaidade ou só desejo?
Ai! não me amas, não.

Não me amas, queres-me: o amor é vida.
E a tua vida é contida,
Nesses medos que eu vejo.
Ai, não me amas, não!

Ai! não me amas, não; só me queres
E o receio de me teres,
É monstro que te devora.
Guardas o coração!

Não me amas. Sou tua, e tu não me amas.
Quem urdiria estas tramas?
Quem nos afasta em má hora
Da nossa salvação?

E queres-me, e não me amas; é escusado,
Vai cada um para seu lado
Neste jogo de ilusões.
Mas oh! não me amas, não.

E ridícula sou, porque te amo; e tanto
Que te espero em cada canto,
Porque não me dás razões.
Mas amar!... não me amas, não.

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Amores perfeitos

O bom em nos apaixonarmos por esta ou aquela maneira de escrever, por este ou aquele autor, é que podemos descobrir novas paixões ou reincidir em amores antigos, sem nunca pecarmos por traição.

terça-feira, 25 de outubro de 2005

Nada

Hoje não há nada capaz de fazer desaparecer esta tristeza.

Dicionário abstracto: respeito

Cada vez mais hoje em dia ele não se vê, não se ouve, não se sente. E a falta dele vai crescendo na mesma medida que a minha desilusão. Irrito-me, chateio-me mas agarro-me a qualquer gesto à procura de uma desculpa para perdoar. Até não haver o que perdoar.

Amigos do peito

Há outro lugar para guardar os amigos senão no peito? Quando os motivos surgem (e surgem e surgem) para deixarmos de os guardar no peito, não passam a ser amigos da bochecha, da barriga da perna ou da omoplata. Simplesmente deixam de ser amigos.

sábado, 22 de outubro de 2005

Still drawing after all these years

ou Ode à minha saia nova
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Wishing well

Em determinados momentos desejo ser narrador omnisciente (daqueles que nos ensinam na escola e só existem na ficção), não para desvendar o fim que nos espera, mas para tentar entender a motivação dos que nos rodeiam para ser oponentes.
Seremos assim tão importantes? Ou abjectos? (Juntos) Que mistério assustador encerram os nossos sentimentos, que todos o podem ver excepto nós?
Gostava, desde fora, poder tranquilizá-los, explicar que não queremos afrontar ninguém, provavelmente nunca teremos a coragem do primeiro passo (ou será que já a tivemos?). E, se pudesse, não me importava de saber o que se passa na tua cabeça e no teu coração... mas isso já é pedir demais.

Conselho

O sumo de limão é o Xenical dos pobres.

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

Detalhitos

Esta noite o alfinete de peito da Manuela Moura Guedes tinha que ter um qualquer significado oculto. Ocorrem-me 3 hipóteses:
- homenagem aos Rolling Stones
- homenagem a ela mesma
- indirecta ao José Eduardo Moniz

Aceitam-se outras propostas para aclarar a questão.

Nem em sonhos me escapas

Quando te disse não fiques à minha espera porque sou capaz de acordar tarde, na verdade queria dizer deixa-me sonhar mais um pouco contigo.

terça-feira, 18 de outubro de 2005

Estou doente outra vez. Calafrios, suores, o coração acelerado, fraqueza. Definitivamente, só posso estar apaixonada.

Maldito cão

Com o pouco uso que as pessoas dão à porta da minha casa quando cá vêm, receio bem que a expressão "deixaste-o fugir pela janela" possa tornar-se demasiado literal. Por isso, quando passares por aqui, não tenhas medo do cão.

domingo, 16 de outubro de 2005

O treinador do FCP

diz que quem lhe mostrou ontem lenços brancos foram os adeptos do Benfica. Será daltonismo ou miopia?

5 estrelas

Porque é que a SIC tem dois programas iguais, mas com nomes diferentes, ao sábado e ao domingo ao início da tarde?
E já que estou numa de perguntas: porque é que não contratam um bom entrevistador para o 5 estrelas, em vez de dois que não dão uma para a caixa?

quinta-feira, 13 de outubro de 2005

Hoje é dia de festa

A menina mais especial deste blog (e do mundo também, acreditam?) hoje é ainda mais especial, se é que isso é possível. Mas no dia de anos dela, ela pode tudo.
Parabéns mafaldinha!
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segunda-feira, 10 de outubro de 2005

"Platonismo"

Apaixonei-me.




Ele chama-se... Urbano Tavares Rodrigues.

sábado, 8 de outubro de 2005

Sem ultrapassar a linha

A Jess (que se está a sentir triste, só e abandonada sem televisão nem internet) manda dizer:

"O serviço da TVCabo foi extremamente incorrecto!"
ah pois foi
"O serviço da TVCabo foi extremamente incorrecto!"

(acrescentem à leitura a musiquinha do sketch das claques de futebol do Gato Fedorento)

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

Eu vou, eu vou, para "Saigão" em janeiro, eu vou...

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No Coliseu dos Recreios de Lisboa, a partir de 17 de Janeiro de 2006 (espero que por mais do que um dia).
A reinvenção da Madama Butterfly que eu estou há 10 anos à espera de ver. Para a perfeição só faltava que a actriz principal continuasse a ser a Lea Salonga... mas não se pode ter tudo.

A Jess sei que está garantida. G., Pris., como é que é, 'tamos lá?

Babs - o prazer que se segue

A minha Diva favorita lançou novo disco no dia 20 de setembro e eu ainda não o tenho.
É o que dá viver em Portalegre!

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Lista para um Futuro Próximo

- Parar de desenhar peças de roupa
- Fazer proposta (in)decente a alguns amigos
- Preparar a "viagem" a Saigão
- Sentir-me culpada por "certos e determinados" prazeres

Acho que, basicamente, é isto.

terça-feira, 4 de outubro de 2005

It ain't over 'til it's over*

Quando achamos que uma pessoa já não pode desiludir-nos mais, parece que faz de propósito para nos provar que estamos enganados e arranja sempre uma forma de despedaçar ainda mais a ilusão que um dia tivemos.
*Roubado ao Lenny Kravitz

domingo, 2 de outubro de 2005

Passo a passo

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Parece que é uma das características das balanças gostar de andar sem sapatos. Sempre me ralharam por andar descalça, mas para mim é um dos grandes prazeres da vida: o contacto do pé com o chão de madeira cá de casa.

"colourless green ideas sleep furiously"

Tropecei com Chomsky e com esta frase no primeiro ano da FLUL. Diz o senhor existirem enunciados que ainda que correctos sintacticamente são desprovidos de sentido semântico pois não respeitam as leis da coocorrência. Ou seja, as palavras ainda que dispostas correctamente a nível gramatical, nem sempre formam uma frase aceitável.
Não é passível de aceitação semântica pensar que o meu nome possa figurar no mesmo enunciado em que surgem ameaças e tentativas de pressão. É completamente agramatical! Não é apenas necessário ler, há que entender o que se lê; e tresler de enunciados simples e explícitos é profundamente erróneo. Quase tão erróneo como não perceber que o silêncio também é um meio de expressar opinião.

Território Neutro

A Jess e eu raramente nos chateamos, mas há uma razão pela qual nunca nos vamos zangar, sem qualquer tipo de dúvida: Homens!

o teu Hugh
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e o meu Hugh
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sexta-feira, 30 de setembro de 2005

José Mota diz que Peseiro é o «ideal» para o Sporting

Eu, benfiquista, também acho.

Post para m.

Achava que conhecia gente que tinha pouca massa cinzenta. Em relação a ti tudo ficou mais claro depois de ler isto... deves ter muita matéria branca.

quarta-feira, 28 de setembro de 2005

Excesso ou defeito

Tudo o que é de mais enjoa, diz-se. Mas faz sentido que seja assim? Porque é que uma coisa de que gostamos há-de enjoar-nos? Se gostamos tanto será que há limite para deixarmos de querer? Parece-me que não. É porque gosto que cada vez quero mais e não há neste querer lugar para não querer. Não há equilíbrio na minha balança, ou gosto ou odeio. E quando gosto quero muito, quando odeio não quero nada. Por isso não sei o que é gostar ou querer em demasia, para mim não existe amar em excesso. Se amo, amo cada dia mais. Antes pecar por excesso do que por defeito.

terça-feira, 27 de setembro de 2005

Estás a contar?

Se achas que esse número astronómico me assusta, estás enganado. Vais ter de gastar muitos mais miminhos para eu me fartar de ti.

segunda-feira, 26 de setembro de 2005

Sem vestígios

Vou esquecer-me de mim para nunca mais me lembrar de ti. Tem de haver uma maneira de te tirar da memória.

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

Livro de Receitas

Para a Sophia, a Cris e a mãe da Jess (apesar do jantarinho ficar prometido)


(foto daqui)

Moussaka

Ingredientes (4 a 6 pessoas):
800g de beringelas; sal; 2,5 dl azeite; 200g de cebolas; 600g de tomate; 600g de carne picada; 2,5 dl de vinho branco seco; 1/4 colher de chá de açúcar; 1/2 colher de chá de canela em pó; pimenta preta moída; oregãos; 1 ramo de salsa; 100g de pão ralado; 100g de queijo graviéra ou parmesão; 40 g de manteiga; 4 colheres de sopa de farinha; 7,5 dl de leite; noz-moscada noída; 2 colheres de chá de sumo de limão; 3 ovos

Preparação:
1. Lave as beringelas, retire-lhes os pés e corte-as em rodelas grossas. Coloque-as em água fria com um pouco de sal durante aproximadamente 20 minutos. Depois escorra-as e enxugue-as com papel de cozinha.
2. Aqueça 3 a 4 colheres de sopa de azeite numa frigideira grande. Adicione as beringelas aos poucos e frite-as dos dois lados em lume forte, até alourarem. Coloque as rodelas de beringela sobre papel de cozinha para absorver a gordura.
3. Descasque as cebolas e corte-as em cubinhos. Pele os tomates e corte-os em cubos também. Leve as cebolas a refogar até ficarem vidradas. Adicione a carne picada e deixe-a refogar em lume forte até o líquido ter evaporado.
4. Junte o tomate, o vinho branco, o sal, o açúcar, a canela e a pimenta, tape e deixe cozinhar em lume médio durante cerca de 5 minutos. Lave a salsa e os oregãos, arranque as folhas, pique-as e junte-as ao preparado. Cozinhe a carne durante mais 5 minutos e deixe arrefecer.
5. Aqueça previamente o forno a 180º. Misture cerca de 2 colheres de sopa de pão ralado e metadodo queijo à carne picada.
6. Prepare o béchamel.
7. Bata 2 ovos e misture-os no molho, juntamente com o resto do queijo. Pincele uma forma rectangular com manteiga e polvilhe com pão ralado. Misture 1 ovo à carne picada. Coloque no fundo da forma metade das rodelas das beringelas. Espalhe a carne picada por cima, cubra com o resto das beringelas e deite o molho por cima. Polvilhe com queijo. Leve ao forno durante cerca de uma hora. Depois, corte em quadrados e sirva imediatamente.

quarta-feira, 21 de setembro de 2005

Kalispera

Chegámos. Diz a mafaldinha que o piloto desta vez era o Alonso. Com alguma pena, tivemos de deixar Atenas. A cidade é bonita, se tivermos em conta aquilo que os gregos antigos construíram. Ok, os romanos também fizeram umas coisas giras. Subir até à acrópole é coisa para custar um bocadinho, especialmente se forem duas da tarde e estiverem trinta e cinco graus. Mas valeu a pena, que maravilha. Fizemos numa semana o exercício que, pessoalmente, não faço num ano. Trabalho árduo. Médicos giros: poucos. Israelitas porreiros: alguns. Gregos atrofiados: muitos. Coisas aprendidas: kalimera não é nome de médica e a moussaka é deliciosa.

domingo, 18 de setembro de 2005

Grécia 2

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Ó mafaldinha, tens noção de como é difícil subir até aqui acima com este vestido e saltos agulha? Despacha-te a tirar a fotografia...

sexta-feira, 16 de setembro de 2005

Grécia 1

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Andamos por aqui a ver os monumentos. São altos como tudo, foge. Pedra muita, mas monumentos dos que andam ainda não vimos grande coisa... só publicidade enganosa. Deuses gregos, nada! O que é nacional é boooooom!