sábado, 25 de fevereiro de 2006

Mim triste


Dee Dee Bridgewater

Esta senhora está a cantar cá na terrinha e eu não arranjei bilhetes.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Perfect 6

(fotografia deste site)
Em tempo de jogos Olímpicos de Inverno, pareceu-me adequado recordar um dos meus patinadores de eleição: Alexei Yagudin. Perfeição é a palavra que melhor o pode descrever.
É o único patinador que conseguiu amealhar várias notas perfeitas simultâneas. Treinado e com coreografias de Tatiana Tarasova, foi com programas como "The Man in the Iron Mask", "Gladiator" e "Winter" (o meu favorito) que atingiu o sucesso e admiração daqueles que apreciam a patinagem artística. Ao longo da sua carreira conquistou um título olímpico, quatro campeonatos mundiais e três medalhas de ouro europeias. Retirou-se das competições em 2003.
Sofia, lembras-te da nossa primeira conversa? Lanço-te um desafio: que tal escreveres um post sobre o Pluschenko no teu bloguinho? Aceitas???

Wit Austeniano

(...), and no new difficulty arising, no sudden recollection, no unexpected summons, no impertinent intrusion to disconcert their mesures, my heroine was most unnaturally able to fulfil her engagement, though it was made with the hero himself."

Jane Austen, Northanger Abbey

Fraquinho

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Fama em versão bilingue não me convenceu. (Ou será que deveria dizer "Fáma" já que o sotaque do Porto imperava?) O facto de os diálogos serem em português e as canções em inglês não faz muito pela coesão da peça. Num musical supõe-se que a transição entre texto e música deve fluir e contribuir para a coerência da história, definitivamente não foi isso que aconteceu na versão portuguesa.

Os bailarinos estão bastante bem tanto nas coreografias como na coordenação, o mesmo não se pode dizer nem das vozes nem da representação, que são bastante frágeis. Acredito que a alma de Leroy Johnson (aqui Tyrone Jackson) - claro que Gene Anthony Ray pôs a fasquia muito alta - e a perfeição de Lydia Grant (aqui Mrs. Bell) - encarnada pela maravilhosa Debbie Allen - mereciam muito mais. Para além disto, a Coco (Carmen Diaz) não tinha medo algum de dançar sobre um carro, o professor de música - o saudoso Mr. Shorofsky - não fazia um "frete" a ver os espectáculos dos alunos,... e podia continuar.

Houve excepções, por exemplo a voz límpida da actriz que fazia de Serena Katz (Doris - a minha personagem favorita no original) fazendo por esquecer uma "pequena" desafinação, a convicção do actor que encarnava Schlomo, e a Inês Soares (que interpretava Mabel), a única que com uma colocação de voz perfeita nunca se esqueceu que estava em palco e fazia parte de um espectáculo.

Parece-me que há ainda uma questão a ressaltar. Não sei se foi propositado mas a maioria dos espectadores foi ao engano ver este espectáculo. Nos anúncios que foram feitos até à semana da estreia, nunca foi referido que seria uma adaptação portuguesa. Não sei se teriamos ido na mesma, mas a verdade é que ao se anunciar um espectáculo no Pavilhão Atlântico o público espera uma versão internacional - como aconteceu com Mamma Mia, Cats ou Miss Saigon - e o que nos foi apresentado foi uma versão rudimentar, que mais parecia a peça de fim de ano de uma escola secundária americana, daquelas que vemos nos filmes.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Beijos roubados

Não me podes roubar o que não tenho. Onde procuras beijos só tenho palavras.

(Mas se quiseres dar-me um dos teus, eu aceito.)

sábado, 18 de fevereiro de 2006

Hoje, 16h, Pavilhão Atlântico

Can't wait!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

Inquérito

Aquela rapariga que lhe dá arrepios na espinha e o faz repensar o celibato decide superar os pudores e convida-o para uma relação relâmpago de um fim-de-semana. Sem responsabilidades nem compromissos. Apenas a experiência alucinante de se perderem um no outro durante dois dias, fora do mundo, longe de todos. Ele e ela. E depois, se ele preferir manter a imagem de lone ranger, que decidiu criar para si mesmo, pode fazê-lo, não vai haver cobranças nem ressentimentos.
Parece-vos apetecível? Deixavam-se ir?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

E com o Agassi, será que foi assim?


Foto daqui

Aqui se vê um exemplo do sentido de humor desta grande senhora.
(Roubado à Cris)

Verdades Austenianas

Every young lady may feel for my heroine in this critical moment, for every young lady has at some time or other known the same agitation. All have been, (...), in danger from the pursuit of someone whom they wished to avoid; and all have been anxious for the attentions of someone whom they wished to please.
Jane Austen, Northanger Abbey

Sorry Sophie

Eu sei que já puseste nos lançaste o desafio há uns dias mas ainda não tinha dado para responder. Mais vale tarde do que nunca, não é?

Respondo por mim, a outra bonequita que o faça depois (ou não faça porque ela fica com mau feitio com esta coisa das correntes).

5 hábitos estranhos:
1. andar descalça, seja verão seja inverno
2. arrumar as gavetas por cores
3. não sair de casa sem um livro
4. no inverno, pendurar um cachecol na mala
5. não saber viver sem uma agenda

5 traços de personalidade:
1. persistente
2. orgulhosa
3. "defensora oficial do reino"
4. (demasiado) sincera
5. provocadora

Não quero que ninguém se sinta "acorrentado", se quiserem revelar as vossas pequenas manias e características, força, gostava de vos conhecer melhor.
E tenho muita curiosidade em relação aos meus bonecos de pano favoritos, apesar de saber que eles não vão estar pelos ajustes.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

São Valentim

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My Funny Valentine
My funny valentine
Sweet comic valentine
You make me smile with my heart
Your looks are laughable
Unphotographable
Yet you’re my favourite work of art
Is your figure less than greek
Is your mouth a little weak
When you open it to speak
Are you smart?
But don’t change a hair for me
Not if you care for me
Stay little valentine stay
Como só Rodgers and Hart sabiam dizer.
Na voz: Frank Sinatra, Ella Fitzgerald... ou uma das melhores versões (na minha opinião) a da Jane Krakowski.
É, inegavelmente, a minha Banda Sonora de eleição neste dia.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

Keep it simple

Poupa os teus elogios rasgados. Sabes lá o trabalho que dá juntar todos os pedacinhos para perceber as tuas segundas intenções.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Traição

Todas as vezes que pensei em não pensar em ti, acreditei que me tinha convencido. Parece que nem em mim posso confiar.

sábado, 4 de fevereiro de 2006

A minha amiga Teresa

Aos 18 anos, quando as perdas humanas ainda não eram muito significativas (porque demasiado remotas) e me sentia imortal, um acidente de viação puxou-me para a realidade.
Primeiro a consternação, depois as lágrimas, em seguida a necessidade extrema de ter notícias... o apoio de uma turma que nunca antes nem depois conseguiu ser unida - apenas nesse dia. Recordo como a lágrima impossível de conter de uma colega que mordia os dedos para parecer forte, nos fez cair a todos num pranto.
Houve os que fugiram e se esconderam para não saber, houve os que se atiraram para dentro de um autocarro no dia em que nos disseram que ela tinha saído de perigo e já recebia visitas.
Lembro-me de a ter ido ver numa tarde de Maio. Nunca tinha entrado no Hospital de Alcoitão. Ver a minha amiga deitada numa cama, imóvel mas com um sorriso nos lábios foi um choque inexplicável. No dia antes eu tinha ido procurar-lhe uma prenda, que prudentemente pedi para não ser embrulhada. Mas a prenda foi para mim, quando a mãe decidiu mostrar-nos que, com a força que nunca a deixou, a Teresa conseguiu não só vencer a morte mas também contradizer todos os relatórios médicos que a davam como tetraplégica. Levantou o lençol que lhe tapava as pernas, pediu-lhe que fizesse um esforço e começou a chorar: o pé esquerdo que no dia antes anterior tinha conseguido a façanha de mexer um dedo, movimentava naquele momento quatro.
Saímos da enfermaria, o meu pai e eu, com a certeza de que tinhamos acabado de presenciar um milagre.

As borboletas dela

Um agradável acaso fez-me descobrir que uma amiga, por quem sempre tive uma enorme admiração - pela inteligência, pela perspicácia, pela simpatia, pela coragem, pelo companheirismo,... - também tem um blog.
É bom saber que também andas pela blogosfera!

domingo, 29 de janeiro de 2006

Preciosismos

Sms recebido:
Jexika, n poxo ir ter kontigo às 10h. Tou xeia de koixas pa faxer. Pode xer às 11h?

Sms enviado:
Pode. E da próxima vez escreve sem xis nem kapas se queres que te entenda.

Sms recebido:
Estou quase a ir. Deicha-me só tomar o pequeno-almoço.

Sms enviado:
O verbo deixar não se escreve com ch.

Sms recebido:
Foste tu que disseste para não escrever mais com xis.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Sobre o coração

O coração, esse sim, devia ser descartável. Ao primeiro sinal de dor, sofrimento, desilusão deitavamo-lo fora para colocarmos um novo no seu lugar, pronto para se apaixonar outra vez, mas pela pessoa certa. Assim seria, certamente, mais fácil vermo-nos livres do sapo que queríamos para nosso príncipe e que não conseguimos esquecer.

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

O sacana do Cupido outra vez

O Tobias gostava da Pipa, que gostava do Fidel, que não lhe ligava nenhuma. Caso flagrante que demonstra toda a incompetência do Cupido. O Tobias mudou-se para o Algarve e a Pipa fartou-se de tentar ser o centro das atenções do Fidel, que percebeu demasiado tarde que afinal até gostava dela. E não há ninguém que caçe o gajo das flechas para lhe ensinar uma lição?

domingo, 22 de janeiro de 2006

Hoje é dia de festa...

JESSICA

sábado, 21 de janeiro de 2006

Post pessoal

Queridíssimo:

Quero que passes à História, quero virar a página e deixar-te lá, quero não ter saudades tuas. Mas tenho.
Não sei se és tu quem me defende nas sombras, escondido não sei de quê. Já nem sei se desejo que sejas tu, ou se o facto de ser outra pessoa me vai dar a força que preciso para te arrancar de mim.
Ignoramo-nos mutuamente, de forma cada vez mais regular, e isso continua a magoar-me, em vez de me ajudar a esquecer. Se me é permitido pedir-te alguma coisa - e recorda que até aqui nunca te fiz pedidos - é que me ignores para sempre, se esta situação te faz sentir confortável. Não me contactes, não me rodeies, não me envolvas com a tua teia de atenções para depois nada mudar.
Ajuda-me a fazer-te feliz, ajuda-me a seguir em frente sem olhar para trás.

xxxx

146 milhões

Apesar de não ter sorte nenhuma, acho que até eu vou jogar desta vez.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

Porque não há nada para sempre

Cansa e deita fora. Chateia e deita fora. Magoa e deita fora. Parece que os príncipes encantados também podem ser descartáveis.

Melting away

Eu não sou de ferro, dizes tu. Eu sei que não. Um homem de ferro não se derrete com miminhos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

As melhores prendas de Natal de 2005

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Foto-biografia do meu actor favorito



Banda Sonora Original da Edição Espanhola do Musical Mamma Mia

Codex 632

Alguns livros são agradáveis surpresas, este é um deles.
A escrita é escorreita, ainda que, na minha modesta opinião, necessite de algum aprumo, mas a ficcionalização do mito, o suspense criado, o desfecho esperado (o não), fizeram com que um livro acerca do qual eu apenas tinha curiosidade se tranformasse numa leitura magnética que só me deixou respirar na última página.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Conjugalidades Patéticas

Numa casa, algures.

- ... (silêncio)
- ... (silêncio)



SMS: "Querido, ainda não foste ao blog responder-me"




Dias depois:
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terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Banda "sonhora"

Os meus sonhos têm banda sonora. Ultimamente, ando numa fase corny. Só não sei é com o que é que ando a sonhar.

Consultório educacional

Dezenas de alunos. Pelo menos metade deles são interessados. Exemplares, poucos. Bem-comportados, alguns. Mas por um motivo obscuro qualquer, os meus alunos preferidos são sempre os desinteressados que gostam de perturbar todas as aulas. Serei normal por só gostar de figurinhas difíceis?

Draft

Tudo o que faço, além de sonhar contigo, é viver no improviso.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

Saudades de Shakespeare

Sonnet 18

Shall I compare thee to a summer's day?
Thou art more lovely and more temperate:
Rough winds do shake the darling buds of May,
And summer's lease hath all too short a date:
Sometime too hot the eye of heaven shines,
And often is his gold complexion dimmed,
And every fair from fair sometime declines,
By chance, or nature's changing course untrimmed:
But thy eternal summer shall not fade,
Nor lose possession of that fair thou ow'st,
Nor shall death brag thou wander'st in his shade,
When in eternal lines to time thou grow'st,
So long as men can breathe or eyes can see,
So long lives this, and this gives life to thee.


A plenitude do entendimento atinge-se com a leitura aturada. Este foi o primeiro soneto shakespeariano que traduzi, não sei onde anda essa tradução mas o certo é que me marcou pela beleza, pela força e pela doçura.

sábado, 7 de janeiro de 2006

Hoje

Acho que se lhe pode chamar: Dia Sleepless in Seattle

What if someone you never met, someone you never saw, someone you never knew was the only someone for you?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

Chega Dezembro

Neste mês tudo é mais.
Os que são felizes, são mais felizes; os que amam, amam mais; para os que se decepcionam, as decepções são maiores; e os que estavam tristes, ficam ainda mais tristes. Dão-se mais presentes, a solidão assume proporções inigualáveis, mandam-se mais cartões (reais ou virtuais), os correios revelam-se mais incompetentes, recordamos mais todos aqueles para quem não tivemos tempo e esperamos que todos eles se lembrem mais de nós.
Depois do Natal, vem a semana dos balanços. Decidimos se o ano foi bom ou mau, pensamos naquilo que queremos manter e no que vamos enterrar com o ano que termina. Fazemos planos, pedimos desejos, tomamos decisões de como queremos que a nossa vida seja... sonhamos em deixar para trás este mês de excessos, tentando limpar da mente que também este ano novo cheio de esperanças culminará num outro (cruel) Dezembro.

Desagreeing with Eliot

It isn't April, December is the cruelest month.


(2 horas depois) O Pedro pensa o mesmo, que honra! (Obrigada, Sam)

Causa-Efeito

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Este cartaz fez-me pensar: são os momentos difíceis que o trazem ou é ao contrário?

(Ahhh, sim, tinha uma fotografia, mas para quê publicá-la?)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

2006

O novo ano começou com eles.


O duche de champanhe era desnecessário, mas tenho a sensação que iniciado em tão boa companhia 2006 só pode vir cheio de momentos felizes.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

G., Pris este post é para vocês

Parece que 2005 não foi um ano de recessão em todos os âmbitos: a Broadway bateu record de receitas.
E como prémio por termos sido tão bons meninos neste no que termina, temos o Fame em Lisboa em Fevereiro próximo.

Brincadeiras de criança II - O Esconde-esconde

Se não queres que te encontre porque é que não desistes de jogar, em vez de me fazeres procurar-te incessantemente?

terça-feira, 27 de dezembro de 2005

Anacronismos Presidenciais

Parece imagem manipulada em photoshop, mas eu juro que foi retirada do número especial da revista Ibn Maruan.
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Oliveira, Jorge (coord.), S. Salvador da Aramenha - Histórias e Memórias da Freguesia, in Ibn Maruan, Número Especial, Edicões Colibri, 2005, Lisboa (anexo de fotografias)
As semelhanças são impressionantes... o que será isto?
- Uma tentativa de santificar Jorge Sampaio avant la lettre;
- Um antepassado do actual presidente foi a musa do artista;
- Estamos a assistir ao verdadeiro milagre da Ressurreição;
- Uma profecia macabra;
...
Aceitam-se propostas!

O meu mais recente tesouro

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Ahh e tal... é Natal!



Citando um sms:
Ho ho ho e o camandro

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

Unsaid

Conheço de cor o desenho da tua boca. Mas não é só por medo que descubras a verdade nos meus olhos que não consigo olhar para os teus. É também porque espero fazer dos teus lábios meus, pelo menos uma vez.

terça-feira, 20 de dezembro de 2005

Jeremy again

Diz-me a mafaldinha, És igual ao teu irmão. No momento, só me apeteceu voltar a ter dezasseis anos e responder como o Jeremy...

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domingo, 18 de dezembro de 2005

Filmes da minha vida II

Tom Wingo: At the end of every day I drive through the city of Charleston and I cross the bridge that will take me home. I feel the words building inside me, I can't stop them, or tell you why I say them, but as I reach the top of the bridge these words come to me in a whisper. I say these words as a prayer, as regret, as praise, I say: Lowenstein, Lowenstein.
(Conroy, Pat, The Prince of Tides)

Filmes da minha vida


The Sound of Music


40 anos depois

Imagens daqui e daqui

Pormenores

A beleza do todo nada tem a ver com a perfeição (ou falta dela) das partes que o compõem.

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Eu queria uma imagem da cena da cadeira-de-baloiço, que me parece esteticamente ainda mais perfeita, mas não consegui encontrar.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Dicionário abstracto: persistência

Saber que não vou conseguir e tentar, ainda assim, domar-te. Nem vinte como tu me fariam desistir de ti.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Lost

Se quando nasci Deus me tivesse enviado um mapa, não me teria perdido de amores por ti.

domingo, 11 de dezembro de 2005

Good old Soares

Mário Soares abre o caminho para a re-eleição: já conseguiu que o agredissem. Afinal há tradições que ainda são o que eram.

INUTILIA TRUNCAT

Brincadeiras de criança I - O Agarra-agarra

Vamos mudar as regras do jogo:
A partir de agora, eu fujo e tu não me tentas apanhar. É a única maneira de ganharmos os dois.

sábado, 10 de dezembro de 2005

Primeiro passo

Deixa-me tentar odiar-te. É a única maneira que conheço de te conseguir esquecer.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2005

I'm your kind of person, Jeremy

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Na véspera ainda vamos a tempo, não vamos? Há quem lhe chame preguiça, eu chamo-lhe "comprar melhor sob pressão".

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Lavagem ao cérebro

Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Isto há-de resultar. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu não penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Eu só penso em ti. Merda. Deves ter pensado nisto primeiro que eu.

Não me parece normal

que até o raio do Hi5 me obrigue a lembrar que tu existes.

Já agora: Parabéns!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2005

I

Quando deres por mim a sonhar acordada, não me perguntes depois com o que é que estava sonhar. É que revelar-te alguns dos meus sonhos é quase como admitir os meus fracassos.

terça-feira, 29 de novembro de 2005

Sobre essa preciosidade chamada transportes públicos

I.
Cada vez que tenho de esperar pelo autocarro que está atrasado envelheço dois anos. Coisa pouca, se comparar com os cinco que envelheço em cada aula a tentar acalmar as crianças. Feitas as contas, só neste ano lectivo já tenho mais de cento e cinquenta anos, um número mais próximo da verdadeira idade que o meu irmão mais novo acha que tenho.
II.
Às vezes rir é a única reacção que posso ter face à falta de educação de algumas pessoas. Com licença e por favor são expressões totalmente desconhecidas. Mas pelo menos podiam perceber que é mais fácil entrar num meio de transporte cheio depois de deixarem sair quem queria. É uma questão de bom senso.
III.
De facto, o metro em hora de ponta dá-me vontade de rir à gargalhada. Lembro-me sempre de um sketch do Gato Fedorento em que duas pessoas não conseguem manter distâncias socialmente aceitáveis. Quase posso ver o Zé Diogo a gritar para o Miguel Góis a dois metros de distância, Fale daí, homem, fale daí. Por isso, venho o caminho todo a gritar mentalmente, Respire daí, Homem, ou na pior da hipóteses, Cheire mal daí, criatura.

domingo, 27 de novembro de 2005

Post de Revolta

Toda a tarde. Toda a tarde à espera deste Alain Oulman

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Henrique Feist
e aparece-me o Tó Leal.
Não se faz. Quero o "meu" Henriquinho. Quero, quero, quero.

Já saiu o novo filme do Harry

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Então, esperas por mim para ir ver?

Cavaco pede que se pense «duas vezes» antes de votar

Ahhhh, não voto nele.
Hmmm, continuo a não votar nele.

Já está!

sábado, 26 de novembro de 2005

Este post não é sobre ti

Hoje, ao acordar, decidi que ia escrever sobre tudo, mas não sobre ti. Queria escrever acerca de cinema, teatro, literatura, música... tudo o que me interessa, aquilo de que não gosto e nunca sobre ti.
Parece que não consegui.

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Sobre os riscos que (não) corremos

Às vezes é difícil encontrar a medida certa para abraçar o amor. Quem toda a vida se atirou de cabeça não sabe onde se agarrar para refrear a queda quando o coração do outro pede calma. Mas quem sempre se dirigiu pé ante pé, ponderando todos os passos em direcção ao coração de alguém não sabe correr riscos para o conquistar. Será que um dia se acerta ou nunca vamos conseguir aprender com os erros?

terça-feira, 22 de novembro de 2005

Portugal no seu melhor

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Um dos poucos exemplares de literatura portuguesa contemporânea na Biblioteca de Salamanca é, imagine-se, Sandálias de Prata. Mas quem é que, no seu perfeito juízo, compra ou faz uma doação ou whatever de um livro de Cristina Caras-Lindas a uma biblioteca pública estrangeira? Só alguém muito maquiavélico se lembraria disso. Porque ninguém deve sobreviver sem danos psicológicos a um livro destes. Pobres espanhóis.

segunda-feira, 21 de novembro de 2005

Pecado mais recente

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Devia ser ilegal!!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

A Professora de Introdução aos Estudos Literários

We started with Virginia Woolf, and I only read like two pages of this book about a lighthouse, but I read enough to know why she killed herself: she killed herself because she couldn't make herself understood. You only have to read one sentence to see that. I sort of identify with her a bit, because I suffer from that sometimes, but her mistake was to go public with it.
A Long Way Down, Nick Hornby, p. 146
Acabámos o ano com Virginia Woolf e lemos umas duzentas e tal páginas desse livro que tem a palavra Lighthouse no título, mas estudámos o suficiente para perceber o que sentíamos pela professora: sentíamos admiração porque ela é uma pessoa verdadeiramente apaixonada por literatura. Só foi preciso ir a uma aula para perceber isso. De certa forma, identifico-me com ela porque gostava de um dia ter pelo menos um aluno que sentisse o mesmo por mim, mas o meu erro, naquela altura, foi ter, acima de tudo, medo dela.

Professora chega

Na semana passada, os pestinhas dos meus alunos da Lapa tiveram a lata de me dizer que sou betinha só porque tenho uns ténis cor-de-rosa. Ontem, como tinha uma fita pendurada no bolso das calças, chamaram-me dread. Espero que se decidam por betinha, não tenho vocação para ser dread. Mas a verdade é que preferia que me chamassem ditadora. Ou então, vá lá, professora.

terça-feira, 15 de novembro de 2005

Diálogo delicioso

Jess, 'tou tite.
Estás triste porquê? - perguntei-lhe.
Puca xim.

É por estas pequenas coisas que o meu feitiozinho soviético derrete e não resisto a encher a minha sobrinha de beijinhos e dentadas.

domingo, 13 de novembro de 2005

SMS teu

[...] gostei da outra noite.[...]

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Acenar com lenços brancos?

Não sei. Parece-me mal que peçam o despedimento da imagem.
Fez uma viagem longa desde a Capelinha das Aparições, não treinou equipa alguma... e os adeptos têm uma atitude tão hostil. Não é correcto.

sábado, 12 de novembro de 2005

Ó Chico, um bocadinho de cultura musical era uma boa!

Agora mesmo no Top+, o apresentador disse:
- Lá para Março os Xutos vão começar a fazer concorrência a José La Féria.

Sendo portuguesa, obviamente sei que o La Féria conhecido é o Filipe, mas se não tivesse lido esta notícia ontem, ficaria a pensar se não havia alguém mais com este apelido ou se o encenador não terá um nome composto.
Um bocadinho de precisão não estaria mal.

Do I hear an invitation?

O chato de viver numa cidade pequena onde só há um anfiteatro adaptado a sala de cinema, e onde só chega um filme por semana, é que não podemos ver tudo o que nos apetece... nem mesmo quando vamos à capital, porque não há tempo.

Em lista de espera:
- o novo Zorro - o Banderas, a máscara, ai ai... melhor não me revelar mais
- Pânico a bordo - porque gosto de thrillers e da Jodie Foster
- Elizabeth Town - tenho saudades de ver comédias românticas, e o realizador ajuda

E, em Portugal, ainda não saiu o novo Harry Potter.

Está decidido: Vou dedicar-me à música

You Are a Chick Rocker!

You're living proof that chicks can rock
You're inspired by Joan Jett and the Donnas
And when you rock, you rock hard
(Plus, you get all the cute guy groupies you want!)

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Efeitos estéticos surpresa

Há coisas que não consigo perceber. Como os efeitos estéticos surpresa que uma namorada pode ter sobre um homem. Lembro-me do início da adolescência, quando as paixões são tanto mais arrebatadoras quanto a efemeridade das relações o permitem. Um aluno novo, alvo de todos os comentários possíveis por parte das raparigas. Era enorme, magro de mais e muito feio, com um nariz de papagaio horrendo. Simpático, mas isso não chegava para que qualquer uma de nós se interessasse por ele. Até ao dia em que ele arranjou uma namorada e então ficou muito mais atraente. As meninas passaram a vê-lo quase como um sex-symbol. Na altura não percebia como era possível que as pessoas fossem tão fracas nas suas convicções. Não percebia o que tinha mudado de repente. Continuo sem perceber o que é que torna alguém com namorada subitamente mais interessante. E sem acreditar que estas coisas aconteçam com adultos.

terça-feira, 8 de novembro de 2005

Dizem-me que sou louca, ingénua, sonhadora por querer esperar por ti. Não percebo porquê. Será que só os tontos aspiram à felicidade?

Again and again

Há momentos em que detesto ter razão. Deve ser por isso que gosto tanto de insistir nos mesmos erros.

sábado, 5 de novembro de 2005

Coisa de fãs

O Rock in Rio vem aí.
Decidimos assumir as rédeas e lançar uma petição para tentar trazer a Chenoa ao festival. Se não se importarem de ajudar é só carregar no link e assinar. Vai estar também na barra lateral para quando o post estiver mais abaixo.
Muito obrigada!

Pride and Prejudice - Mr. Darcy

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1995 - Colin Firth
2005 - Matthew MacFadyen
À espera do filme para fazer outras comparações.

Pride and Prejudice - Lizzy Bennet

Um livro memorável de Jane Austen, com duas das personagens mais reais de sempre; uma das séries mais emblemáticas da BBC, já é filme...

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1995 - Jennifer Ehle
2005 - Keira Knightley

sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Não me sais da cabeça

Se todos os dias me deito não é só porque tenho sono e preciso de dormir. É também porque preciso de descansar um pouco do peso de passar o dia contigo na cabeça.

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

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Proximidade e mão amiga. "Proximizade", feita do entusiasmo voluntário de quem quer ajudar a combater a apatia, a dispersão e a insensibilidade que nos ameaça se continuarmos indiferentes ao que se sabe e ao que se vê. Aqui, já está a acontecer.

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Big brother (II)

Um ambiente de trabalho a fervilhar de intrigas pode ser divertidíssimo, se conseguirmos passar ao lado delas.

Big brother (I)

Uma experiência levada a cabo por um grupo de israelitas comprovou em Setembro algo surpreendente: se fecharmos vinte portugueses que mal se conhecem num local de trabalho noutro país, eles irão colaborar melhor com pessoas de qualquer outra nacionalidade do que com os seus próprios compatriotas. Segundo os dados, as intrigas são a principal causa de desentendimentos entre as vinte cobaias portuguesas.

domingo, 30 de outubro de 2005

Só uma perguntinha

Alguém me pode explicar o que é que aconteceu à Sara Pais?

Garrett Revisited

Não me amas, queres-me: o amor vem d'alma.
E que tens tu aí? Só calma?
Só vaidade ou só desejo?
Ai! não me amas, não.

Não me amas, queres-me: o amor é vida.
E a tua vida é contida,
Nesses medos que eu vejo.
Ai, não me amas, não!

Ai! não me amas, não; só me queres
E o receio de me teres,
É monstro que te devora.
Guardas o coração!

Não me amas. Sou tua, e tu não me amas.
Quem urdiria estas tramas?
Quem nos afasta em má hora
Da nossa salvação?

E queres-me, e não me amas; é escusado,
Vai cada um para seu lado
Neste jogo de ilusões.
Mas oh! não me amas, não.

E ridícula sou, porque te amo; e tanto
Que te espero em cada canto,
Porque não me dás razões.
Mas amar!... não me amas, não.

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Amores perfeitos

O bom em nos apaixonarmos por esta ou aquela maneira de escrever, por este ou aquele autor, é que podemos descobrir novas paixões ou reincidir em amores antigos, sem nunca pecarmos por traição.

terça-feira, 25 de outubro de 2005

Nada

Hoje não há nada capaz de fazer desaparecer esta tristeza.

Dicionário abstracto: respeito

Cada vez mais hoje em dia ele não se vê, não se ouve, não se sente. E a falta dele vai crescendo na mesma medida que a minha desilusão. Irrito-me, chateio-me mas agarro-me a qualquer gesto à procura de uma desculpa para perdoar. Até não haver o que perdoar.

Amigos do peito

Há outro lugar para guardar os amigos senão no peito? Quando os motivos surgem (e surgem e surgem) para deixarmos de os guardar no peito, não passam a ser amigos da bochecha, da barriga da perna ou da omoplata. Simplesmente deixam de ser amigos.

sábado, 22 de outubro de 2005

Still drawing after all these years

ou Ode à minha saia nova
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Wishing well

Em determinados momentos desejo ser narrador omnisciente (daqueles que nos ensinam na escola e só existem na ficção), não para desvendar o fim que nos espera, mas para tentar entender a motivação dos que nos rodeiam para ser oponentes.
Seremos assim tão importantes? Ou abjectos? (Juntos) Que mistério assustador encerram os nossos sentimentos, que todos o podem ver excepto nós?
Gostava, desde fora, poder tranquilizá-los, explicar que não queremos afrontar ninguém, provavelmente nunca teremos a coragem do primeiro passo (ou será que já a tivemos?). E, se pudesse, não me importava de saber o que se passa na tua cabeça e no teu coração... mas isso já é pedir demais.

Conselho

O sumo de limão é o Xenical dos pobres.

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

Detalhitos

Esta noite o alfinete de peito da Manuela Moura Guedes tinha que ter um qualquer significado oculto. Ocorrem-me 3 hipóteses:
- homenagem aos Rolling Stones
- homenagem a ela mesma
- indirecta ao José Eduardo Moniz

Aceitam-se outras propostas para aclarar a questão.

Nem em sonhos me escapas

Quando te disse não fiques à minha espera porque sou capaz de acordar tarde, na verdade queria dizer deixa-me sonhar mais um pouco contigo.

terça-feira, 18 de outubro de 2005

Estou doente outra vez. Calafrios, suores, o coração acelerado, fraqueza. Definitivamente, só posso estar apaixonada.

Maldito cão

Com o pouco uso que as pessoas dão à porta da minha casa quando cá vêm, receio bem que a expressão "deixaste-o fugir pela janela" possa tornar-se demasiado literal. Por isso, quando passares por aqui, não tenhas medo do cão.

domingo, 16 de outubro de 2005

O treinador do FCP

diz que quem lhe mostrou ontem lenços brancos foram os adeptos do Benfica. Será daltonismo ou miopia?

5 estrelas

Porque é que a SIC tem dois programas iguais, mas com nomes diferentes, ao sábado e ao domingo ao início da tarde?
E já que estou numa de perguntas: porque é que não contratam um bom entrevistador para o 5 estrelas, em vez de dois que não dão uma para a caixa?

quinta-feira, 13 de outubro de 2005

Hoje é dia de festa

A menina mais especial deste blog (e do mundo também, acreditam?) hoje é ainda mais especial, se é que isso é possível. Mas no dia de anos dela, ela pode tudo.
Parabéns mafaldinha!
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segunda-feira, 10 de outubro de 2005

"Platonismo"

Apaixonei-me.




Ele chama-se... Urbano Tavares Rodrigues.

sábado, 8 de outubro de 2005

Sem ultrapassar a linha

A Jess (que se está a sentir triste, só e abandonada sem televisão nem internet) manda dizer:

"O serviço da TVCabo foi extremamente incorrecto!"
ah pois foi
"O serviço da TVCabo foi extremamente incorrecto!"

(acrescentem à leitura a musiquinha do sketch das claques de futebol do Gato Fedorento)

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

Eu vou, eu vou, para "Saigão" em janeiro, eu vou...

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No Coliseu dos Recreios de Lisboa, a partir de 17 de Janeiro de 2006 (espero que por mais do que um dia).
A reinvenção da Madama Butterfly que eu estou há 10 anos à espera de ver. Para a perfeição só faltava que a actriz principal continuasse a ser a Lea Salonga... mas não se pode ter tudo.

A Jess sei que está garantida. G., Pris., como é que é, 'tamos lá?