Tentava descortinar detrás das palavras aquilo que a amiga tinha visto desde fora, já que lhe faltava a coragem para perguntar. Depois de muitos rodeios conseguiu (esperava que subtilmente) abordar a questão.
- Realmente tinhas razão, ele despede-se de maneira diferente. - concluiu a amiga.
- Diferente? Diferente como?
- É diferente contigo e comigo.
- Está bem, mas o que é que queres dizer com isso? - ansiosa por saber mais.
- Olha, que é diferente pronto!
Mudou de assunto e não voltou a mencionar o tema, deixando-a numa confusão interior.