A bagagem pessoal ocupa espaço, é incómoda, pesa demais. Quem não carrega o fardo de uma mania estranha, um familiar irritante, uma opção de vida que afasta os outros?
Gostamos de pensar que no início não trazemos nada connosco, que somos uma tábua (quase) rasa onde a nova relação escreverá. Mas não é assim, não existimos só nós - somos nós e tudo o que nos envolve. E do outro lado é igual. Na maioria das vezes é essa carga que nos arrasa, ainda que comecemos com as melhores intenções.





Porque trabalhar e ser uma boa menina tem as suas recompensas.