Houve nervos e desorganização, querer estar em tudo e quase não conseguir. Houve bilhetes a mais e bilhetes a menos, "programas" artesanais roubados, chegar meia-hora antes e perceber que ainda assim tinha que controlar o caos. Houve surpresas vindas de uma passado recente (foi tão bom ver-te Guadalupe) e outras do passado mais longínquo. Houve amigos antigos e amigos novos. Mais do que tudo houve Deolinda em Cáceres, com casa cheia, com um público completamente rendido à simplicidade, à simpatia e ao carisma da banda. terça-feira, 27 de outubro de 2009
Sábado à noite
Houve nervos e desorganização, querer estar em tudo e quase não conseguir. Houve bilhetes a mais e bilhetes a menos, "programas" artesanais roubados, chegar meia-hora antes e perceber que ainda assim tinha que controlar o caos. Houve surpresas vindas de uma passado recente (foi tão bom ver-te Guadalupe) e outras do passado mais longínquo. Houve amigos antigos e amigos novos. Mais do que tudo houve Deolinda em Cáceres, com casa cheia, com um público completamente rendido à simplicidade, à simpatia e ao carisma da banda. Se levares pontapés no rabo não te rales, é porque vais à frente!
sábado, 17 de outubro de 2009
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
On my own
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Ilustração
domingo, 13 de setembro de 2009
Calcanhar de Aquiles
People who need people
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Preocupações do momento
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Someday these shoes are gonna walk all over you
Depois do disco rodar no carro durante mais de um ano pensei que a menina dos sapatos vermelhos já não me iria surpreender.Músicas no ouvido - check
* foto roubada aqui
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Ladies and Gentlemen, Ms. Barbra Streisand once again
Sempre presente, a cada momento, à espera de que eu precise.
sábado, 1 de agosto de 2009
All superego
La Ciudad Condal
quarta-feira, 29 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
The beautiful South
domingo, 7 de junho de 2009
Stating the obvious
Why are people so keen on telling you you have something that isn't "right"? If we were really civilized we wouldn't need to point out other people's flaws all the time, we would see them and keep it to ourselves. By showing them we noticed we're just interfering with their personal space, making them feel uncomfortable and nothing good can come of that.
If someone has a limp or a hunchback, if a person is blind or deaf, we don't tell them that. Socially it wouldn't seem right to state something as obviously hurtfull. Things that aren't as important can also cause pain. Let's begin thinking about our own little flaws and mistakes and understand that we wouldn't want them to be noticed by the whole world. Perhaps that way we can start being better people.