segunda-feira, 15 de março de 2010
Palavras de outros I
domingo, 14 de março de 2010
Engolir sapos
Instalada a paz podre, o mexerico e a queixinha, não é necessário muito mais do que o rastilho de uma crítica para que a guerra rebente. Ataca-se toda a gente, diz-se o que não se deve, tenta-se humilhar quem está ao lado, perpetua-se o clima do terror e do sarcasmo. Mascarando de brincadeira aquilo que se diz, vai-se insultando impunemente o vizinho.
E há os que têm de se calar porque as consequências das opiniões que lhes passam pela cabeça poderiam ser demasiado altas.
Still wet behind the ears
Tanto tempo, momentos e sensações e continuo uma adolescente amedrontada cada vez que te vejo.
sábado, 13 de março de 2010
Algo chiquitito
Havemos de continuar a fingir inocência para que isto não acabe. Ambos sabemos que no dia em que uma palavra mais clara te ou me abandone não haverá volta atrás.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Como que voltar para casa
Surpresas fantásticas são trazidas pela tecnologia. Quem diria que os tempos do Liceu se manteriam mais vivos através dela do que com o cara-a-cara tradicional.
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Pistas
Há um refrão com um pôr-do-sol domingueiro na baía de São Francisco que me apetece cantar baixinho para que apenas tu possas ouvir.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Já não era sem tempo

Não vi a cerimónia até ao fim, a vida de adulto e as responsabilidades profissionais já não permitem os excessos de ficar acordada (contente ou zangada, indignada ou com um sorriso) para saber tudo no próprio dia. Acabei de ver que Jeff Bridges ganhou (à 5ª nomeação) o prémio.
domingo, 7 de março de 2010
Slam
É a cabeça que me diz para não ir quando tu chamas, porque o outro tonto quer tanto sentir-te perto que nem se lembra do que dói quando desapareces.
I can resist everything but temptation *
O passado assombra, aparece, sorri, alegra, apraz. E caímos nos mesmos erros outra e outra vez à procura de recuperar aquela primeira sensação perfeita, aquele primeiro suspiro ao ouvido e aquele primeiro arrepio inigualável.
* Wilde, as (almost) always
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Inevitável?
Finalmente - depois de tantos anos - conseguimos estar de acordo: evitarmos o encontro é mesmo a melhor solução.
Em série

A felicidade canta-se em horário nobre, quando “falhados” perfeitos decidem sair do anonimato. Analisam-se mentiras de forma científica conseguindo fazer ultrapassar embirrações de outrora. A vida surpreende-nos com o inesperado de famílias desconhecidas e problemas de adolescentes grandes.
Longe das novidades, os clássicos. Continuam a descobrir-se crimes variados, há médicos que nunca perderão o mau feitio e ilhas misteriosas que nos hipnotizam.
E ainda dizem que (o “subproduto” que é) a ficção televisiva não merece a atenção que tantos lhe dão.



