domingo, 28 de novembro de 2010
Depending on the kindness of strangers
(Deve ter. Só isso explica que ainda me esteja a desfazer em gargalhadas apesar dos valentes euros que me vão custar os vidros duplos da cozinha.)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
E agora está na moda dizer que sou bruta
I'm no Juliet
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Eu não sei falar
Classroom
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Sem querer

segunda-feira, 18 de outubro de 2010
E pluribus unum

domingo, 17 de outubro de 2010
Once upon a time
sábado, 9 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Maybe it's the lure of the sea*
*The Beautiful South, obviously
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Reality killed the spark
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Não digas nada
domingo, 5 de setembro de 2010
Abracadabra
Miranda's wisdom

Because it is not a time to chat. In fact, it's one of the few instances in my overly articulated, exceedingly verbal life where it is perfectly appropriate - if not preferable - to shut up. And now suddenly I have to worry about being stumped for conversation? No, thank you!
Será que alguém em Marte consegue prestar atenção às lições de quem sabe o que diz?
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
The big picture
É, provavelmente, a canção que mais vezes citei ao longo deste 2010, relegando para um (honroso) segundo plano o Don't rain on my parade (símbolo de revolta, luta e da força que tantas vezes pedi para mim mesma). Mas esta é suave, é doce, vai-se-nos enredando na pele até se nos meter pelas veias e nos percorrer todo o corpo com um arrepio bom e apaziguador. Citei-a para alguém que precisou, ofereceram-ma de volta quando a viram como um imperativo.
No entanto, ela faz parte da minha vida há muito tempo, estava algures guardada na minha memória, talvez à espera de ser necessária. Ouvi-a pela primeira vez (e muitas vezes) como a banda sonora do fecho do Jerry Lewis Show que eu não perdia enquanto almoçava sozinha aos 11 ou 12 anos. E aquele homem com que os meus pais me ensinaram a rir, fazia-me emocionar cada vez que a cantava. O que eu não sabia é que havia um autor por trás daquela canção e uma explicação, em jeito de vénia, para um dos grandes humoristas americanos (digam os próprios o que quiserem, há poucos filmes como A Cinderela dos Pés Grandes) terminar um programa semanal de televisão a cantar uma canção melancólica sobre sorrisos e não sobre as gargalhadas que lhe alimentaram a carreira.
E com a interpretação da menina que fez sorrir a tantos enquanto se lhe via a tristeza nos olhos e na voz magoada, ofereço-vos um sorriso, provavelmente porque foi esse o tesouro que procurei durante esta ausência prolongada.