segunda-feira, 14 de março de 2011
Os teus medos
terça-feira, 1 de março de 2011
Late awakening
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
O Todo
Não te quero pela metade, quero tudo.
A completude é-me oferecida pelo teu olhar transparente, pela tua mão a procurar-me, pela boca urgente de desejos, pelo modo como me embalas, pela tua pele sobre a minha, pela voz com que me dizes as mais belas palavras de amor.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Coisas de flores

domingo, 30 de janeiro de 2011
The F Word
É impossível pensar nele e ao mesmo tempo ronda-me os sonhos, escapa-se em frases, vejo-o nos teus olhos. Não dizemos tudo embora o partilhemos. Não fazemos planos e, no entanto, os desejos que proferimos vão-lhes ao encontro recorrentemente. Às vezes penso que a vida é injusta por não podermos viver sem pressão, na maioria acho-a perfeita porque te encontrei.
Vamos fazer desta palavra que não dizemos um verbo iniciado com a mesma letra: fica comigo para sempre, e não se fala mais nisso.
sábado, 29 de janeiro de 2011
La(s) frase(s) tonta(s) de la semana *

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
On cloud nr. 9
Tens as tuas prisões e eu as minhas, mas algures no meio, onde a tua vida se encontra comigo, há uma rua maravilhosa onde sei que podemos ser felizes.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Pretending
Parabéns de novo, Jess, é um luxo ter-te de amiga!!!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
En mis pensamientos
Dezasseis
“– Um dia destes dou-te um beijo!”
Foi, com uma frase simples, tão directa e incisiva como tu, que me fizeste acordar do torpor a que o hábito e (principalmente) a racionalização me tinham relegado. Não sei se foi um aviso ou um desejo dito em voz alta que, por tanto se sentir enjaulado no caminho entre o cérebro e a garganta, exigiu liberdade. Sei que saiu assim, urgente, pensada e impensada ao mesmo tempo, e depois vi-te um sorriso mais leve, uma expressão (ainda) mais doce, de quem se livrou de um fardo demasiado pesado para o continuar a carregar na alma.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Razões
É por não ter muito mais para te oferecer que te escrevo. Posts curtos, longas cartas, bilhetinhos engraçados e sms sugestivos são a artilharia “pesada” com que te quero continuar a conquistar.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Anáfora
Sempre achei admirável uma boa metáfora. Apaixonei-me pela vertigem de sensações que oferecem as sinestesias assim que as conheci. Uma imagem forte toca-me um guizo cá dentro que me faz vibrar. Consegui, contudo, a tropeçar uma e outra vez pelo caminho tortuoso e difícil da escrita, descobrir a minha figura.
sábado, 15 de janeiro de 2011
O telefone tocou e não eras tu
Preciso que pegues em mim, me ponhas no teu colo, me envolvas nos teus braços e, enquanto me alisas o cabelo, me digas que está tudo bem. Talvez não consiga dormir porque a cabeça não pára, talvez seja por ter o coração apertadinho, talvez precise de ti ao alcance da minha mão para estar segura de que a tempestade vai passar sem danificar nada.
O contacto com a tua pele acalma-me os terrores, faz com que surjam arco-íris, faz-me ser uma melhor versão de mim mesma. E como basta ter alma para desejar, vou fechar os olhos e sonhar que estás aqui; pode ser que assim o sono volte.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Parte (in)completa
Nos momentos de reflexão penso no mal que te posso ter feito, no tempo que levei a entender-te, em como ignorei sinais mais e menos claros, em como tive medo e me escondi deixando sempre uma mão de fora para que a tomasses entre as tuas. E dói. Arde como o álcool que se deita nas feridas porque a última coisa que desejo é magoar-te, ainda que a culpada tenha sido a minha falta de perspicácia.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Autocarros
Sou mais feliz...
sábado, 1 de janeiro de 2011
Post azul turquesa
A beleza que é tão tua, o cheiro da tua pele, o toque das tuas mãos, a suavidade dos teus lábios, os teus olhos nos meus, o sorriso maroto, a compreensão, a cumplicidade única, consigo sentir tudo isso - e sentir-te a ti - sempre que fecho os olhos e respiro fundo. E continuo a arrepiar-me até à alma quando te imagino. sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
After the rain
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
22 de Dezembro
Sinto-te em mim
domingo, 28 de novembro de 2010
Depending on the kindness of strangers
(Deve ter. Só isso explica que ainda me esteja a desfazer em gargalhadas apesar dos valentes euros que me vão custar os vidros duplos da cozinha.)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
E agora está na moda dizer que sou bruta
I'm no Juliet
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Eu não sei falar
Classroom
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Sem querer

segunda-feira, 18 de outubro de 2010
E pluribus unum

domingo, 17 de outubro de 2010
Once upon a time
sábado, 9 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Maybe it's the lure of the sea*
*The Beautiful South, obviously
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Reality killed the spark
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Não digas nada
domingo, 5 de setembro de 2010
Abracadabra
Miranda's wisdom

Because it is not a time to chat. In fact, it's one of the few instances in my overly articulated, exceedingly verbal life where it is perfectly appropriate - if not preferable - to shut up. And now suddenly I have to worry about being stumped for conversation? No, thank you!
Será que alguém em Marte consegue prestar atenção às lições de quem sabe o que diz?
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
The big picture
É, provavelmente, a canção que mais vezes citei ao longo deste 2010, relegando para um (honroso) segundo plano o Don't rain on my parade (símbolo de revolta, luta e da força que tantas vezes pedi para mim mesma). Mas esta é suave, é doce, vai-se-nos enredando na pele até se nos meter pelas veias e nos percorrer todo o corpo com um arrepio bom e apaziguador. Citei-a para alguém que precisou, ofereceram-ma de volta quando a viram como um imperativo.
No entanto, ela faz parte da minha vida há muito tempo, estava algures guardada na minha memória, talvez à espera de ser necessária. Ouvi-a pela primeira vez (e muitas vezes) como a banda sonora do fecho do Jerry Lewis Show que eu não perdia enquanto almoçava sozinha aos 11 ou 12 anos. E aquele homem com que os meus pais me ensinaram a rir, fazia-me emocionar cada vez que a cantava. O que eu não sabia é que havia um autor por trás daquela canção e uma explicação, em jeito de vénia, para um dos grandes humoristas americanos (digam os próprios o que quiserem, há poucos filmes como A Cinderela dos Pés Grandes) terminar um programa semanal de televisão a cantar uma canção melancólica sobre sorrisos e não sobre as gargalhadas que lhe alimentaram a carreira.
E com a interpretação da menina que fez sorrir a tantos enquanto se lhe via a tristeza nos olhos e na voz magoada, ofereço-vos um sorriso, provavelmente porque foi esse o tesouro que procurei durante esta ausência prolongada.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Bits and pieces
domingo, 8 de agosto de 2010
Dúvidas do cansaço
Nr.1 hit
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Life's shit!!!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Desordem mental

É imperioso meter-te (a ti e à ainda inexistente história entre nós os dois) num dossiê bonito e guardar-te numa qualquer prateleira da minha biblioteca sentimental. Tão escondido quanto possível para não ceder à tentação mas o suficientemente à vista para não me esquecer do perigo que pressupões.
Queria poder responder aos teus gritos desesperados, queria conseguir ultrapassar tudo e deixar-me levar pela corrente para desaguar no teu mar, queria não te frustrar com os meus silêncios auto-impostos. Mas alguém tem de ser cabeça...
Se eu pudesse, ... se os meus muros não fossem tão altos, ... se os meus princípios não me atropelassem, ... se o anjo que vive sobre o meu ombro direito não tivesse tanta mais força do que o pobre do diabinho sonso que não conhece mais do que a resignação, ... se não existissem tantos se's, ... Dizia-te que deitasses as dúvidas para trás das costas e me procurasses, sem metáforas nem linguagem críptica, em carne, osso, e vontade, para nos despenharmos de mãos dadas num abismo qualquer.
Lucky Me
domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Luz verde
Talvez a devesse ligar esquecendo o passado, continuar em frente sem pensar mais. Talvez seja medricas por preferir um parque de estacionamento sossegado e solitário onde nada acontece. Talvez um qualquer passageiro desconhecido seja melhor do que a tranquilidade do vazio."I walked with you once upon a dream"
quinta-feira, 8 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
No Strings
quinta-feira, 1 de julho de 2010
For the special days
quinta-feira, 24 de junho de 2010
"Agora só falta você" *
* Rita Lee
Momento kit-kat
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Porque eu mereço
Depois de quase 100 testes corrigidos em menos de duas semanas, com orais, viagens e tensão à mistura, não quero pensar em mais nada até voltar a aterrar de novo na realidade, na próxima segunda-feira. Quero mar, sol, sal, areia, água, e tentar preparar o salto para superar o novo obstáculo que está à porta. quinta-feira, 10 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Catarse I
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Dos presentes que recebemos
Am I the one holding on?
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Baile mandado
terça-feira, 1 de junho de 2010
Quimeras
segunda-feira, 31 de maio de 2010
"E eu sou melhor que nada" *
* Variações
domingo, 30 de maio de 2010
Entre parênteses
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Ah saudades do futuro!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
The Special Ones
unrequited... something
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Deadline
The pavement shines like silver
All the lights are misty in the river *
* "On my own", Les Miz
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Missing
Depois do frio, com o cansaço e tendo como momento auge uma tarde/noite particularmente conturbada e decepcionante, ela foi-se. Desapareceu.Foi regressando aos bocadinhos, devagar, meio diferente - logo agora que estava a voltar a ser o que um dia fora.
Só o descanso, a água, o chá e alguns cuidados extra a podem convencer a não continuar escondida, algures, sem que eu a consiga encontrar.
Espero que não demore muito, que não se ponha teimosa nem tenha caprichos de menina mimada porque a sua ausência assustou-me muito mais do que algum dia deixarei transparecer.
terça-feira, 18 de maio de 2010
"I know that I’ve got issues, but you’re pretty messed up too" *
Ambos dissemos mais do que se deve, ignorámo-nos em partes iguais, desencontrámo-nos em encontros, sabendo que cada vez que nos víssemos tornaria mais difícil a superação. Evitámo-nos sem duvidar que tropeçaríamos um no outro para sempre.
Voltei a estender-te a mão e tu continuas sem a agarrar. Limpa o sorriso da cara porque as decisões mais duras são também as mais definitivas.
* My life would suck without you, Kelly Clarkson
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Difícil
Custou-lhes separar-se de manhã mas tinham de continuar a viver. Prometeram não voltar a desencontrar-se, prometeram jamais deixar de se querer, prometeram-se tudo sabendo perfeitamente que não deviam ter prometido nada.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Mimos
As lágrimas que vejo nos teus olhos, aquelas que lutam para não sair, tornam-te o olhar brilhante e triste. Queria lutar contra elas, queria que desaparecessem porque são sinais de uma dor que queria poder evitar-te. Sei que precisas de passar por tudo isso, sei que o sol voltará a brilhar, sei que tu és o suficientemente forte para tudo, mas… ainda assim, sinto-me impotente ao ver-te sofrer.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Shhh!
domingo, 9 de maio de 2010
Porque ontem não estive lá e devia ter estado
sábado, 8 de maio de 2010
“Mirando los besos que otros se dan” *
Não é que tenha inveja, nem que queria ter o que eles têm, não é sequer que me reveja na sua imagem – é a memória a voar por um minuto até ti, sabendo que se estivesses o virtual não o seria.
* Duele, Chenoa
quinta-feira, 6 de maio de 2010
“Natal é em Dezembro / Mas em Maio pode ser” *
E esta semana foi, apenas porque sim, porque apeteceu. E levantou-se vento, e pôs-se frio, e a partilha pareceu mais real com a meteorologia apropriada.
* Ary dos Santos
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Culpa Nostra
A culpa que sinto quando me mimas não é uma reminiscência católica, é a certeza de saber que o que partilhamos não está certo, por mais que tentemos convencer-nos do contrário.
terça-feira, 4 de maio de 2010
É a tua subtileza que me ganha
A tua música tocou ao chegares. Tudo o que me dás parece envolver-me como uma teia suave que cheira a doce - que não me deixa fugir. Deste-me uma flor e tenho-a escondida à vista de todos, fingindo que não foi tua. Reclamaste o teu lugar, encontraste soluções para os meus medos, deste o primeiro passo da confiança.
E eu precisava tanto de te sentir por perto.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Érase una vez

quarta-feira, 28 de abril de 2010
7th Heaven
O passado açoita, magoa, mói, porém é vida, tem raízes, faz falta à alma para que se possa encontrar.
E um dia o presente e o futuro convergem num mesmo espaço tendo-nos como único motor. Não há colisão de estrelas nem há catástrofes naturais, apenas uma sensação de plenitude a que se assiste de galeria com medo de a tocar, não se vá quebrar.
Aqui
Gostava de te proteger, de te dar o ânimo que outros te negavam pondo-te sempre em segundo plano. Era feliz quando me confiavas conversas únicas e irrepetíveis, quando decidias abrir o coração para só me deixares entrar a mim. E nunca pedi mais. Apenas que me deixes continuar a abraçar-te mentalmente já que não tenho coragem de o fazer a sério.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Peek
Finjo não ver que espreitas por detrás da janela, pelo buraco da fechadura, pelos olhos de outros. Gosto de te sentir aí, a investigar-me os movimentos, a (com pezinhos de lã) reintroduzires-te na minha vida, fazendo um esforço por recuperar a atenção que perdeste.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Book of Revelations
domingo, 25 de abril de 2010
On the hook 2
Se os teus actos parassem de dizer “right now”, talvez eu te entendesse melhor as barreiras.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
#2
Tu beijas-me o ombro, eu reencontro-me no teu. Faço o meu ninho no espaço que te vai do peito ao cotovelo, fechando os olhos para que os outros sentidos se apurem no teu toque. A tua boca trilha o caminho, que tão bem conhece, até ao ponto abaixo da minha orelha e esperas, obrigando-me a pedir-te sem palavras que prossigas na rota. Hesitas sempre antes dos meus lábios e tenho de te resgatar aos pensamentos em que te perdes. Olhas-me inquisitivo no prelúdio não sabendo se te dou permissão.
Os medos e as cabeças de ambos continuam a interromper-nos a fluidez dos corpos.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Mercy
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Unspeakable Love
segunda-feira, 12 de abril de 2010
“É que hoje fiz um amigo e coisa mais preciosa no mundo não há” *
As barreiras auto-impostas protegem do mal e do bem, as normas de conduta iluminam o caminho menos tortuoso, mas baixar a redoma para deixar entrar alguns é o que de melhor nos pode acontecer.
* Com um brilhozinho nos olhos, Sérgio Godinho
Primeiras vezes
Quando ainda em fase embrionária tudo tem graça, até a primeira discussão. Os primeiros ciúmes, o dizer o que não se deve, o amuo, o pensar que é o fim – e que isso seja uma tragédia.




