If your life was a movie, it would be Grease, the story of a girl from Australia falling in love with a popular boy in the 1950s. You're probably sweet, romantic, and gentle, an all around good girl. Way to stay true to yourself!
Take this test
O teu menino não anda bem!Fazer oposição ao Eng. Guterres?? Andou metido numa trip histórica? É o cansaço? O stress?Bem, isso não interessa nada. Agora o importante é passar à acção: prepara já um curriculo para mandar para o Largo do Caldas, e não te esqueças de acrescentar a bold, tamanho 36 aquele curso de massagista que fizeste há 15 dias... (achas que cola?)
Fama em versão bilingue não me convenceu. (Ou será que deveria dizer "Fáma" já que o sotaque do Porto imperava?) O facto de os diálogos serem em português e as canções em inglês não faz muito pela coesão da peça. Num musical supõe-se que a transição entre texto e música deve fluir e contribuir para a coerência da história, definitivamente não foi isso que aconteceu na versão portuguesa.
Os bailarinos estão bastante bem tanto nas coreografias como na coordenação, o mesmo não se pode dizer nem das vozes nem da representação, que são bastante frágeis. Acredito que a alma de Leroy Johnson (aqui Tyrone Jackson) - claro que Gene Anthony Ray pôs a fasquia muito alta - e a perfeição de Lydia Grant (aqui Mrs. Bell) - encarnada pela maravilhosa Debbie Allen - mereciam muito mais. Para além disto, a Coco (Carmen Diaz) não tinha medo algum de dançar sobre um carro, o professor de música - o saudoso Mr. Shorofsky - não fazia um "frete" a ver os espectáculos dos alunos,... e podia continuar.
Houve excepções, por exemplo a voz límpida da actriz que fazia de Serena Katz (Doris - a minha personagem favorita no original) fazendo por esquecer uma "pequena" desafinação, a convicção do actor que encarnava Schlomo, e a Inês Soares (que interpretava Mabel), a única que com uma colocação de voz perfeita nunca se esqueceu que estava em palco e fazia parte de um espectáculo.
Parece-me que há ainda uma questão a ressaltar. Não sei se foi propositado mas a maioria dos espectadores foi ao engano ver este espectáculo. Nos anúncios que foram feitos até à semana da estreia, nunca foi referido que seria uma adaptação portuguesa. Não sei se teriamos ido na mesma, mas a verdade é que ao se anunciar um espectáculo no Pavilhão Atlântico o público espera uma versão internacional - como aconteceu com Mamma Mia, Cats ou Miss Saigon - e o que nos foi apresentado foi uma versão rudimentar, que mais parecia a peça de fim de ano de uma escola secundária americana, daquelas que vemos nos filmes.
Alguns livros são agradáveis surpresas, este é um deles.A escrita é escorreita, ainda que, na minha modesta opinião, necessite de algum aprumo, mas a ficcionalização do mito, o suspense criado, o desfecho esperado (o não), fizeram com que um livro acerca do qual eu apenas tinha curiosidade se tranformasse numa leitura magnética que só me deixou respirar na última página.
What if someone you never met, someone you never saw, someone you never knew was the only someone for you?