sábado, 30 de abril de 2005
sexta-feira, 29 de abril de 2005
Bandas Sonoras Ideais
É madrugada ou é alucinação,
Estrelas de mil cores, extasy ou paixão.
Hmmm, esse odor traz tanta saudade,
Mata-me de amor, dá-me liberdade,
Deixa-me voar, cantar e [não] adormecer.
Canções que nos fazem reviver momentos e sonhos. Enquanto duram ajudam a esquecer as incertezas e põem os corações a bater a um ritmo compassado, estejam perto ou longe.
Hoje tenho-te comigo...
Mais um elo na cadeia literária
Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
m: Apesar de não saber o que é o Fahrenheit esse, se pudesse ser um livro gostava de ser o Alta Fidelidade do Nick Hornby, pelo sentido de humor e a fluência da escrita. Mas pensando bem, qualquer um com um final feliz, sou uma romântica incurável e pirosa.
J: Também não sei que coisa é essa do Fahrenheit 451 (há por aí alguma alminha iluminada que me explique?), mas gostava de ser A Ilustre Casa de Ramires do Eça de Queiroz. Além da sátira política absolutamente actual e do sentido de humor, fascina-me o percurso da personagem principal, que vagueia entre o direito, a política e a escrita, e se esconde entre a falta de coragem, a falta de talento e a falta de escrúpulos, para no fim se afirmar exactamente o contrário daquilo que esperávamos.
Já alguma vez ficaste apanhadinha por uma personagem de ficção?
m: Claro que sim. O Athos, o incontornável João da Ega e os Darcy (Fitzwilliam e Mark).
J: Não resistiria ao meu Gonçalo Mendes Ramires se ele existisse de verdade. Continuo tão apaixonada por ele como no primeiro dia em que peguei n'A Ilustre Casa de Ramires, já lá vão alguns anos.
Qual foi o último livro que compraste?
m: Já foi há tanto tempo, acho que foram livros de exercícios de Português para as minhas aulas e o Código Da Vinci para o meu pai. Porque eu agora não compro, assalto a biblioteca da Jess.
J: Comprei o Anjos e Demónios do Dan Brown para a minha Mãe e o Saturday do Ian McEwan para mim.
Qual foi o último livro que leste?
m: Bridget Jones The Edge of Reason de Helen Fielding.
J: Anjos e Demónios, precisamente, emprestado pela minha mãe, que por sinal gostou muito. Eu não gostei tanto quanto ela e ainda por cima descobri rapidamente quem era o mau da fita.
Que livro estás a ler?
m: Como se pode ver na barra lateral, a Obra Poética do David Mourão-Ferreira. A ler bem devagarinho para saborear ao máximo.
J: Saturday do Ian McEwan. Já era tempo de voltar a um dos meus escritores preferidos.
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
m: Levava o meu Principezinho, Os Maias (que gosto sempre de reler), O Amor em Tempos de Cólera de García Márquez, o Mais Que Perfeito da Clara Pinto Correia e as Obras Completas do Oscar Wilde (que eu tenho num só livro por isso não me digam que não conta).
J: Em vez de cinco livros, não podia ser cinco autores? É que esta história da ilha deserta parece-me que é coisa para durar algum tempo até que consigamos fugir ou ser salvos ou whatever (estou a lembrar-me do pobre do Tom Hanks). Por isso levava as obras completas do Eça, do Lobo Antunes, do Jorge de Sena, do Nick Hornby e do Ian McEwan. Acho que tinha com que me entreter durante uns tempos.
A quem vais passar este testemunho (3) e porquê?
m & J: Aos Marretas, ao Lourenço e à Inês, se vos apetecer. Porque sim.
m: Apesar de não saber o que é o Fahrenheit esse, se pudesse ser um livro gostava de ser o Alta Fidelidade do Nick Hornby, pelo sentido de humor e a fluência da escrita. Mas pensando bem, qualquer um com um final feliz, sou uma romântica incurável e pirosa.
J: Também não sei que coisa é essa do Fahrenheit 451 (há por aí alguma alminha iluminada que me explique?), mas gostava de ser A Ilustre Casa de Ramires do Eça de Queiroz. Além da sátira política absolutamente actual e do sentido de humor, fascina-me o percurso da personagem principal, que vagueia entre o direito, a política e a escrita, e se esconde entre a falta de coragem, a falta de talento e a falta de escrúpulos, para no fim se afirmar exactamente o contrário daquilo que esperávamos.
Já alguma vez ficaste apanhadinha por uma personagem de ficção?
m: Claro que sim. O Athos, o incontornável João da Ega e os Darcy (Fitzwilliam e Mark).
J: Não resistiria ao meu Gonçalo Mendes Ramires se ele existisse de verdade. Continuo tão apaixonada por ele como no primeiro dia em que peguei n'A Ilustre Casa de Ramires, já lá vão alguns anos.
Qual foi o último livro que compraste?
m: Já foi há tanto tempo, acho que foram livros de exercícios de Português para as minhas aulas e o Código Da Vinci para o meu pai. Porque eu agora não compro, assalto a biblioteca da Jess.
J: Comprei o Anjos e Demónios do Dan Brown para a minha Mãe e o Saturday do Ian McEwan para mim.
Qual foi o último livro que leste?
m: Bridget Jones The Edge of Reason de Helen Fielding.
J: Anjos e Demónios, precisamente, emprestado pela minha mãe, que por sinal gostou muito. Eu não gostei tanto quanto ela e ainda por cima descobri rapidamente quem era o mau da fita.
Que livro estás a ler?
m: Como se pode ver na barra lateral, a Obra Poética do David Mourão-Ferreira. A ler bem devagarinho para saborear ao máximo.
J: Saturday do Ian McEwan. Já era tempo de voltar a um dos meus escritores preferidos.
Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
m: Levava o meu Principezinho, Os Maias (que gosto sempre de reler), O Amor em Tempos de Cólera de García Márquez, o Mais Que Perfeito da Clara Pinto Correia e as Obras Completas do Oscar Wilde (que eu tenho num só livro por isso não me digam que não conta).
J: Em vez de cinco livros, não podia ser cinco autores? É que esta história da ilha deserta parece-me que é coisa para durar algum tempo até que consigamos fugir ou ser salvos ou whatever (estou a lembrar-me do pobre do Tom Hanks). Por isso levava as obras completas do Eça, do Lobo Antunes, do Jorge de Sena, do Nick Hornby e do Ian McEwan. Acho que tinha com que me entreter durante uns tempos.
A quem vais passar este testemunho (3) e porquê?
m & J: Aos Marretas, ao Lourenço e à Inês, se vos apetecer. Porque sim.
quinta-feira, 28 de abril de 2005
Being a friend
Não peço conselhos a ninguém. Também não costumo dá-los. Diz o ditado "se os conselhos fossem bons não se davam, vendiam-se". Na verdade, acho que muito pouca gente poderia ganhar dinheiro se de facto vendesse conselhos. Eu não ganharia um cêntimo. Mas ainda que aconselhar seja uma característica inata do amigo, mais do que um conselho, aquilo que espero de um amigo é que saiba ouvir. E se depois de chorar ele souber como ajudar, não será preciso pedir-lhe que me aconselhe.
Frage
Pergunto-me o que leva duas pessoas a interessarem-se tão pouco pelo que passa fora do seu mundinho que, durante o tempo que dura um jantar, nem se dão ao trabalho de perguntar o que se passa na vida de uma "amiga" que não viam há meses. Será verdadeiramente desinteresse ou apenas puro egoismo?
quarta-feira, 27 de abril de 2005
Assembleia Geral
Como já tinha dito por aqui, fui este fim-de-semana a Madrid à Assembleia do Clube de Fãs a que pertenço. Cada dia tenho mais a certeza de que não me enganei ao decidir ser "chenoista". Foram umas horas de divertimento e seriedade, partilha, alegria, reencontro, amizade... 300 pessoas juntas por uma "devoção" sincera e para tentar melhorar sempre, aquilo que já é tão organizado e completo. E ela esteve ali connosco, durante a reunião e o almoço que se seguiu. Não seriam muitos os que retirariam horas da sua vida privada para as partilhar com admiradores.
Mamma Mia
Domingo, 24 de Abril. 19 horas. Teatro Lope de Vega, Madrid.
Numa ilha grega, uma jovem envia 3 convites de casamento a 3 desconhecidos. Sofi tem um sonho, conhecer-se melhor ao descobrir o pai e ser por ele entregue no altar.
Em linhas gerais é esta a história de Mamma Mia, mas esta sinopse não diz nada de um musical que ordenando as canções dos ABBA para fazer avançar a acção, funciona como um jogo de espelhos e como descoberta de que só nos podemos encontrar no que sabemos, já que nenhum mistério genético nos levará a um conhecimento mais profundo de nós mesmos.
Mas os Musicais o que têm é que nos fazer escapar do mundo e não levar-nos a filosofar. Pode não ter nem a história, nem a música mais originais, no entanto, Mamma Mia socorre-se das canções que ouvimos toda a vida para nos levar a rir, a dançar e até mesmo a chorar. As personagens actuam em grupos de 3, Sofi e duas amigas, Donna (a mãe) e duas amigas, Ski (o noivo) e dois amigos e os 3 possíveis pais. O cenário também tem 3 partes, as duas paredes móveis que se combinam para alterar o espaço e os adereços que ajudam ao reconhecimento. Uma história com um prólogo e 2 actos - 3 espaços temporais distintos - que nos remete sempre para 3 dias de um passado com 20 anos.
Sei que o espectáculo estreou ontem em Lisboa, não fui vê-lo a Madrid para me antecipar, fui porque sou uma fanática dos pormenores e a actriz principal da produção espanhola era aquela que eu queria ver no papel. E admito que chorei quando a ouvi cantar "Va todo al ganador" ("The winner takes it all"). Tal como Mamma Mia, a voz da Nina faz-me regressar a um passado muito feliz - mas isso é matéria para outro post.
Numa ilha grega, uma jovem envia 3 convites de casamento a 3 desconhecidos. Sofi tem um sonho, conhecer-se melhor ao descobrir o pai e ser por ele entregue no altar.
Em linhas gerais é esta a história de Mamma Mia, mas esta sinopse não diz nada de um musical que ordenando as canções dos ABBA para fazer avançar a acção, funciona como um jogo de espelhos e como descoberta de que só nos podemos encontrar no que sabemos, já que nenhum mistério genético nos levará a um conhecimento mais profundo de nós mesmos.
Mas os Musicais o que têm é que nos fazer escapar do mundo e não levar-nos a filosofar. Pode não ter nem a história, nem a música mais originais, no entanto, Mamma Mia socorre-se das canções que ouvimos toda a vida para nos levar a rir, a dançar e até mesmo a chorar. As personagens actuam em grupos de 3, Sofi e duas amigas, Donna (a mãe) e duas amigas, Ski (o noivo) e dois amigos e os 3 possíveis pais. O cenário também tem 3 partes, as duas paredes móveis que se combinam para alterar o espaço e os adereços que ajudam ao reconhecimento. Uma história com um prólogo e 2 actos - 3 espaços temporais distintos - que nos remete sempre para 3 dias de um passado com 20 anos.
Sei que o espectáculo estreou ontem em Lisboa, não fui vê-lo a Madrid para me antecipar, fui porque sou uma fanática dos pormenores e a actriz principal da produção espanhola era aquela que eu queria ver no papel. E admito que chorei quando a ouvi cantar "Va todo al ganador" ("The winner takes it all"). Tal como Mamma Mia, a voz da Nina faz-me regressar a um passado muito feliz - mas isso é matéria para outro post.
terça-feira, 26 de abril de 2005
Banda sonora da adolescência
Violent Femmes. Uma das primeiras bandas estrangeiras que me lembro de ouvir. Uma escolha um pouco imposta, porque aos onze ou doze anos, passada há muito a fase de ouvir A Turma do Balão Mágico, comecei a prestar atenção às bandas que os meus irmãos mais velhos ouviam. Foi o que se diz amor à primeira música. Muitas vezes não percebia sequer o que queriam dizer as canções, mas o grande encanto ao ouvi-los era esse, conseguir decifrar as letras. Vários discos (conhecidos de trás para a frente) depois, continuo a gostar daquela simplicidade.
I hope you got fat
I hope you got really fat
cause if you got really really fat
you just might want to see me come back
I hope you got fat
I don't care, I don't care
ah how heavy or how skinny
I don't care, I don't care
ah how heavy or how skinny
just gimme gimme some some
ah some some something to love
A little extra weight could never look
no nicer on nobody else but you
and I could always use a little bit more to hold on to
and if I get a fright in the middle of the night I'll cling to you
I hope you got fat
I hope you got truly fat
cause if you got really FAT FAT FAT
you just might want to see me come back
I hope you got fat
Violent Femmes, 3
Mentira
Todos os dias tentas envolver-me na tua teia. Cada dia queres prender-me um pouco mais, sem que te apercebas que cada dia me tens um pouco mais longe.
sábado, 23 de abril de 2005
"My life is about keeping one step ahead" *
José Mourinho faz anúncio para a American Express, com realização de Martin Scorcese. Realmente, não é para todos.
Está aqui, para os interessados.
* Anúncio da American Express
Está aqui, para os interessados.
* Anúncio da American Express
O meu livro preferido? *
Não posso escolher um. Podia dizer A Ilustre Casa de Ramires, de Eça de Queiroz ou O Físico Prodigioso, de Jorge de Sena ou Atonement, de Ian McEwan ou About a boy, de Nick Hornby... Mas também não posso fazer uma lista.
* Dia Mundial do Livro
* Dia Mundial do Livro
?
Subitamente, apaixonamo-nos por alguém em segredo. Conhecemos-lhe de cor os olhos, o sorriso, as mãos, a voz, mas nem sequer nos lembramos de apreciar aquilo que, geralmente, reparamos em qualquer homem bonito. Será que ele tem um traseiro jeitoso?
quinta-feira, 21 de abril de 2005
Porque é que eu evito a Rodoviária Nacional
Depois de 5 anos de viagens regulares nesta empresa (fora as viagens para férias com a avó e afins) decidi comprar carro. Quero deixar claro que não gosto de conduzir.
Hoje, com a TV ligada, ouvi soar a canção portuguesa que mais medo me provoca "Anel de Noivado" do Trio Odemira. E tudo isto tem um sentido... não, ainda não estou pronta para internamento.
Foram muitas as histórias notáveis que presenciei dentro de camionetas da Rodoviária Nacional, desde insuportáveis campanhas eleitorais a um motorista que acordava os passageiros com um muito simpático "Ó amigalhaço...", passando por um outro motorista que atirou com um jipe, e respectiva condutora, de encontro a uns eucaliptos por não a querer deixar ultrapassar e que ficou tão nervoso, com os seus 70 anos bem puxados, que levámos 2horas a deixar a recta do Infantado. Camionetas que avariavam e os passageiros sem forma de chegar ao destino, e com horários para cumprir, era obrigados de viajar em pé ou sentados nas escadas, e até mesmo um que ao não acertar com a entrada da estação em Portalegre estragou o sistema eléctrico do dito meio de transporte e fez com que 50 passageiros ficassem retidos sem poder ir para casa durante quase meia hora. Mas isto não é nada. Não senhores. Nada é pior do que fazer uma viagem em que o condutor ouvia sem cessar a acima citada canção do trio alentejano (rebobinava a cassete e voltava a tortura) durante mais de hora e meia. Isso, sim, é o inferno!
Hoje, com a TV ligada, ouvi soar a canção portuguesa que mais medo me provoca "Anel de Noivado" do Trio Odemira. E tudo isto tem um sentido... não, ainda não estou pronta para internamento.
Foram muitas as histórias notáveis que presenciei dentro de camionetas da Rodoviária Nacional, desde insuportáveis campanhas eleitorais a um motorista que acordava os passageiros com um muito simpático "Ó amigalhaço...", passando por um outro motorista que atirou com um jipe, e respectiva condutora, de encontro a uns eucaliptos por não a querer deixar ultrapassar e que ficou tão nervoso, com os seus 70 anos bem puxados, que levámos 2horas a deixar a recta do Infantado. Camionetas que avariavam e os passageiros sem forma de chegar ao destino, e com horários para cumprir, era obrigados de viajar em pé ou sentados nas escadas, e até mesmo um que ao não acertar com a entrada da estação em Portalegre estragou o sistema eléctrico do dito meio de transporte e fez com que 50 passageiros ficassem retidos sem poder ir para casa durante quase meia hora. Mas isto não é nada. Não senhores. Nada é pior do que fazer uma viagem em que o condutor ouvia sem cessar a acima citada canção do trio alentejano (rebobinava a cassete e voltava a tortura) durante mais de hora e meia. Isso, sim, é o inferno!
Finalmente
Acabei a base de dados dos meus Cds. 260 mais coisa menos coisa. Tenho que parar com esta mania de comprar música ou qualquer dia não tenho espaço para mim em casa.
quarta-feira, 20 de abril de 2005
É uma verdade universalmente reconhecida
que sensualidade e beleza podiam ser meras metáforas para Anissina e Peizerat.
Achas bem?
Parece-te correcto dares-me uma noite de insónias e só me tocares de manhã cedo, quando já estava a desesperar?
terça-feira, 19 de abril de 2005
Há momentos em que me apetece render-me ao inimigo. Dizer-lhe que não quero continuar uma luta para ganhar já não sei o quê. Mas se o corpo desiste, o inimigo insiste e já não sei a que armas recorrer para me defender. Tudo o que tenho é um coração fraco. E um coração exausto é manifestamente pouco para me salvar.
segunda-feira, 18 de abril de 2005
Querido
Pode ser adjectivo que se guarda no coração, ou simplesmente particípio passado de um sentimento acabado.
Momentos Memoráveis na TV
O Pedro está a fazer uma compilação de momentos marcantes na TV, achei por bem dar o meu contributo (não que ele o leia, logicamente) e peço os vossos também. É uma coisa divertida e todos nos lembramos de uma gaffe ou de um acontecimento especial na nossa televisão. Para além das situações mencionadas pelo Pedro, quem não se lembra...
1. da queda de balão de uma repórter da RTP (que não voltou a aparecer, I wonder why?), em que a câmara não ficou apontada para o ângulo mais adequado, seguida pelas gargalhadas imparáveis de José Rodrigues dos Santos.
2. do momento em que Herman José, no Herman Enciclopédia, não consegue concentrar-se e parar de rir sempre que tem que proferir a frase "Não pirilamparás a mulher do próximo".
3. dos trinta segundos, já aqui referidos pela Jessica, em que a Célia Lawson se viu com o decote "aumentado" no programa Portugal no Coração.
1. da queda de balão de uma repórter da RTP (que não voltou a aparecer, I wonder why?), em que a câmara não ficou apontada para o ângulo mais adequado, seguida pelas gargalhadas imparáveis de José Rodrigues dos Santos.
2. do momento em que Herman José, no Herman Enciclopédia, não consegue concentrar-se e parar de rir sempre que tem que proferir a frase "Não pirilamparás a mulher do próximo".
3. dos trinta segundos, já aqui referidos pela Jessica, em que a Célia Lawson se viu com o decote "aumentado" no programa Portugal no Coração.
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