terça-feira, 12 de abril de 2005

Queria ser sinestesia. Ouvir a tua voz perfumada de desejo quando provo a tua boca aveludada de segredos. E ao acreditar-te meu, ver, ouvir, sentir, provar, respirar porque tu estás. Mas sou apenas hipérbole, nesta forma exagerada de te querer mais do que a realidade permite.