domingo, 7 de junho de 2009

Stating the obvious

Let's imagine you have a pimple, or a spot in your shirt, or your glasses are broken. What is the only thing you don't want to hear? That you have it, right?

Why are people so keen on telling you you have something that isn't "right"? If we were really civilized we wouldn't need to point out other people's flaws all the time, we would see them and keep it to ourselves. By showing them we noticed we're just interfering with their personal space, making them feel uncomfortable and nothing good can come of that.

If someone has a limp or a hunchback, if a person is blind or deaf, we don't tell them that. Socially it wouldn't seem right to state something as obviously hurtfull. Things that aren't as important can also cause pain. Let's begin thinking about our own little flaws and mistakes and understand that we wouldn't want them to be noticed by the whole world. Perhaps that way we can start being better people.

4 comentários:

Melua disse...

Subscrevo!!
Eu, por exemplo, detesto que me digam que tenho um escaldão, quando obviamente (por causa das dores) já me apercebi disso!
O problema é que há por aí montes de gente que (infelizmente) se sente melhor apontando os defeitos dos outros. E isso pode muito bem vir de alguém que no geral tem atitudes boas para as pessoas. É pena.
Bj gand****
P.S - Para a semana vou ver dos bilhetes da nossa melua!

M. disse...

É a mesma coisa com as minhas tias: Estás tão cheia, pareces uma bolinha. Eu tenho espelhos em casa, obrigada. E se há coisa de que não preciso é que me lembrem do peso ;)

Chema DG disse...

Acho que uma pergunta do tipo "Tems una nódoa lá no sapato?" quer dizer "olha, já reparaste (eu julgo que ainda não) que tens uma nódoa no sapato". Trata-se, portanto, de um exercício boa educação ("polite" que dizem nas Ilhas Britânicas). Obviamente, se alguém diz: "desde que o teu namorado te deixou estás ainda mais magra e mais feia" isso é capaz de não ser amável. Mas, os seres humanos, em geral, somos bons.

Jessica disse...

Ainda que possa admitir (a custo) que há reparos que podem ser inocentes, infelizmente parece-me que as pessoas têm cada vez mais necessidade de fazer com que as outras se sintam mal para que elas próprias se sintam bem. É como se o problema/defeito do outro pudesse evidenciar a sua "virtude". E como o nível de frustração não diminui, vão lançando mais e mais comentários maldosos numa tentativa vã de se sentirem melhor.