quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dream(ed) on

Tão inevitável como as estações e não poder haver temperaturas moderadas todo o ano, o meu futuro vai-se revelando cada vez mais claramente. As esperanças de estabilidade desvanecem-se, os sonhos enterram-se em caixas num qualquer quintal para se desenterrarem anos mais tarde e recordar como tinha sido bom sonhar todas aquelas coisas. 
Tenho saudades da menina sonhadora que era há dois dias, tenho saudades de acreditar, odeio a céptica em que me voltei a tornar. Vejo tudo com clareza agora, não há volta atrás nem vale a pena lutar: abraçarei o meu destino com força e esquecer-me-ei que um dia sonhei algo diferente para mim e acreditei que isso fosse possível.

4 comentários:

Bliss disse...

Dicen que lo que no nos mata nos hace más fuertes :)

mafaldinha disse...

Pues si, no dudes ni por un momento que yo soy como dicen los americanos de Cher: después de una guerra nuclear se quedaran las cucarachas y ella. Pues lo mismo aquí. Los duros nos quedamos.

Álvaro disse...

Isso que diz o Bliss é o que te disse eu na altura do mês passado, espero que acredites em nós, e deixa de pôr coisas macambúzias e começa a escrever coisas felizes, ou escreve sobre mim,que sou muito bonito ;)

Victor disse...

Força, ja se ve a luz ao final do tunel, tu ainda nâo a vés mais esta ali, ja brilla.