Ao longo dos dias, a cabeça prega-nos partidas desagradáveis e são os murros no estômago que nos fazem voltar à realidade.
Através de um sms, esta tarde, chegou-me a notícia do desaparecimento de um ex-aluno. Um senhor risonho, simpático, doce e bem-disposto, que sentado na primeira fila, bem pegado à janela da sala 4 na primeira escola em que trabalhei, me fez rir e sorrir muito. Foi também uma das pessoas que, ainda que à distância, me apoiou num momento complicado sem sequer saber que o fazia. Sinto-lhe a falta como se tivesse sido de novo transportada para aquele lugar particular e ali lidasse com a sua não-presença.
Peço, aos que lêem este blogue, que me desculpem a nota triste, mas é impossível não falar naqueles que nos tocam a alma.
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